Hospital de Beja com limitações por 24 horas na admissão de doentes na urgência

A urgência geral do hospital de Beja está com constrangimentos, desde as 08h00 de hoje e até às 08h00 de sexta-feira, e aceita apenas doentes referenciados pelo INEM, outros médicos ou Linha SNS24.

© LUSA/NUNO VEIGA

Numa nota publicada na sua página de Internet, a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), consultada pela agência Lusa, esta entidade explicou que as limitações abrangem a urgência geral de adultos.

Contactada pela Lusa, fonte da ULSBA justificou que os constrangimentos determinados para estas 24 horas se devem “à incapacidade de completar a escala médica [na urgência] neste período”.

Até às 08:00 de sexta-feira, os utentes não devem recorrer ao hospital, mas sim contactar a linha de apoio do SNS 24 (808 24 24 24) ou 112 (em caso de urgência) para que sejam devidamente orientados de acordo com o grau de gravidade da situação, indicou a unidade local de saúde.

A ULSBA lembrou ainda que, durante este período, “mantêm-se em funcionamento regular os Serviços de Urgência Básicos [dos centros de saúde] de Castro Verde e Moura”, no distrito de Beja.

No mês de agosto, foi o hospital de Évora a apresentar constrangimentos na sua urgência polivalente, com a limitação da admissão de utentes na especialidade de Medicina Interna, durante vários dias, devido à elevada afluência de doentes e equipa clínica reduzida.

Na altura, a Unidade Local de Saúde do Alentejo Central (ULSAC) também divulgou que só admitia na especialidade de Medicina Interna da Urgência Polivalente do Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) “doentes encaminhados pelo CODU/INEM, por outros médicos ou através do SNS 24”.

Estas limitações começaram no dia 14 de agosto e foram prolongadas, sucessivamente, até às 20:00 do dia 25 desse mês.

“Esta medida temporária deve-se a uma elevada afluência de doentes com quadros clínicos complexos e necessidade de internamento, aliada a uma redução da equipa disponível na especialidade referida”, justificou a ULSCAC, na altura.

Últimas do País

Mais de 3.000 episódios de violência contra profissionais do SNS foram registados no ano passado, uma subida de 848 casos relativamente 2024, destacando-se a agressão psicológica, que representa mais metade das situações, segundo dados hoje divulgados.
O Tribunal de Évora condenou hoje um homem a 20 anos e meio de prisão efetiva e outro a 12 anos também de prisão efetiva por roubos e sequestros em agências bancárias de várias localidades do país.
O Ministério Público (MP) acusou um psicólogo de mais de 60 crimes de abuso sexual e 16 de pornografia de menores, praticados no exercício da sua profissão em Alenquer, segundo a acusação a que a Lusa teve hoje acesso.
A Ordem dos Médicos alertou esta terça-feira, 28 de abril, para as barreiras e atrasos no acesso à saúde de quem tem doenças alérgicas e apontou a desatualização da rede de referenciação hospitalar e a não comparticipação da imunoterapia com alergénicos.
A Operação Marquês começa a desfazer-se esta semana com a prescrição dos crimes de corrupção ligados a Vale do Lobo, num dos primeiros grandes recuos do processo.
As viagens turísticas dos residentes em Portugal aumentaram 13,7% em 2025, para um "máximo histórico" de 26,049 milhões, superando pela primeira vez os níveis pré-pandemia (24,5 milhões de viagens em 2019), divulgou hoje o INE.
Dois homens voltaram a assaltar a mesma mercearia em Lisboa no espaço de 24 horas, mas acabaram travados pela PSP com bacalhau, polvo e vários artigos furtados na posse.
A associação de defesa do consumidor Deco Proteste fez várias recomendações, um ano depois do pagamento, nomeadamente a criação e manutenção de um ‘kit’ de emergência, com bens essenciais e estojo de primeiros socorros.
As temperaturas máximas vão descer significativamente na quarta-feira podendo ser de menos 08 graus Celsius em algumas regiões do continente, quebrando-se a possibilidade de uma onda de calor, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Há casas municipais ocupadas sem contrato, rendas que ficam por pagar durante anos e até situações em que a mesma casa é usada por várias pessoas em turnos. O cenário não é novo, mas continua pouco transparente. E é isso que o CHEGA quer mudar.