Utente sem médico de família puxa de arma branca para profissionais de saúde em Moscavide

© D.R.

Uma utente sem médico de família agrediu verbalmente e puxou de uma arma branca para profissionais de saúde no Atendimento Complementar de Moscavide, revelou o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), exigindo medidas para evitar tais situações.

Em comunicado, o SIM adianta que “se não fosse a sensatez e a pronta e eficiente intervenção policial” de agentes de “uma esquadra do outro lado da rua”, algo “de muito grave poderia ter acontecido” naquela unidade de saúde.

O SIM diz lamentar que apesar dos “reiterados alertas nunca tenha obtido resposta do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e do Ministério da Saúde”

“A falta de segurança é aliás um dos motivos para o SIM ter decretado a greve ao Atendimento Complementar durante a semana. E infelizmente, mais uma vez, isso veio-se a confirmar e foi colocada em risco a vida de médicos, enfermeiros, e secretários clínicos que desempenhavam as suas funções”, diz ainda o SIM.

Desta forma, o SIM exige dos responsáveis “medidas reais para evitar a ocorrência destas gravíssimas situações”, apostando na segurança do profissionais e em medidas efetivas de punição dos agressores.

A agência Lusa contactou hoje à noite o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP que não quis adiantar pormenores sobre a ocorrência, remetendo-se ao silêncio sobre o assunto.

Últimas do País

Os suinicultores alertam para a “maior crise de sempre” no setor devido ao impacto causado pelo mau tempo, com metade das explorações nacionais afetadas e prejuízos estimados de “muitos milhões”, pedindo urgência nas ajudas para evitar um problema social.
O incidente voltou a suceder no mesmo local da semana passada, que continuou vedado, sem causar feridos.
No próximo ano letivo, 2026/2027, o ensino superior público contará com um total de 78.283 vagas, mais 1.465 do que no corrente, informou hoje o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI).
O distrito de Santarém está já com alerta reduzido no que respeita às cheias no Tejo, embora se mantenham zonas alagadas, estradas cortadas e "muitos milhões em prejuízos", disse hoje o presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil.
Os proprietários de terrenos confinantes com a rede viária florestal em Vila de Rei têm até dia 01 de março, para remover o material lenhoso, de forma a garantir que a rede viária florestal fique desimpedida.
A Câmara de Portalegre informou hoje que já foi desativado o Plano Municipal de Emergência e de Proteção Civil, após um período de oito dias em vigência, na sequência do mau tempo.
A chuva vai manter-se em Portugal continental até quinta-feira, principalmente nas regiões do norte e centro, mas nada de muito gravoso, segundo a meteorologista Cristina Simões, adiantando que o próximo fim de semana já será de sol.
O presidente da Câmara de Soure, Rui Fernandes, garantiu hoje que a equipa municipal do ambiente está a “intensificar os trabalhos de limpeza” para que a normalidade volte ao centro histórico nos próximos dias.
O caudal do Sado em Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, estabilizou-se no leito do rio, após vários dias de cheias, mas as autoridades continuam atentas às descargas das barragens, revelou hoje a Proteção Civil.
A PSP deteve 648 pessoas na última semana, apreendeu milhares de artigos de pirotecnia e cerca de 40.000 doses de droga, além de ter registado mais de 3.500 infrações rodoviárias.