Campanha de Banco Alimentar angaria mais de 1.719 toneladas de alimentos

©D.R.

A campanha nacional do Banco Alimentar Contra a Fome (BA), que decorreu no fim de semana, angariou mais de 1.719 toneladas de alimentos com a colaboração de 40 mil voluntários.

A campanha de recolha alimentar realizou-se em duas mil superfícies comerciais de 21 regiões do país, informou a instituição de solidariedade social.

“A quantidade de produtos doada atesta uma vez mais a solidariedade dos portugueses que, apesar do contexto inflacionista e das dificuldades que afetam muitas famílias, aderiram à proposta”, referiu um comunicado do BA.

“A nossa palavra é de gratidão a todos quantos aceitaram o convite do Banco Alimentar da sua região e doaram tempo, sendo voluntários, ou alimentos, partilhando o que compraram para as suas casas, para as suas mesas”, reagiu a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, Isabel Jonet, citada na nota enviada à comunicação social.

“Foi renovada assim esta rede social real, numa festa da partilha e da solidariedade, não obstante a situação que afeta tantas famílias”, sublinhou.

Os alimentos recolhidos vão ser distribuídos, a partir desta semana, em 2.600 instituições de solidariedade social, que, segundo o BA, vão fazer a entrega “a cerca de 400 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas”.

Além desta campanha presencial, vai ainda ser possível contribuir, até 14 de maio, através de vales disponíveis nos supermercados ou de uma plataforma eletrónica disponível em www.alimentestaideia.pt.

No ano passado, os 21 Bancos Alimentares Contra a Fome operacionais distribuíram um total de 28,9 mil toneladas de alimentos, num valor global estimado superior a 44,2 milhões de euros.

Últimas do País

O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.
O Ministério Público (MP) acusou 11 pessoas e 15 sociedades dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal, burla tributária e branqueamento, através da venda de veículos, componentes automóveis e deduções indevidas de IVA, segundo publicação hoje consultada pela Lusa.
O património imobiliário do PCP está avaliado em cerca de 14,5 milhões de euros, segundo dados divulgados, que identificam mais de 300 prédios associados ao partido. Entre compras, vendas e permutas, destaca-se um negócio em Aveiro que envolve um imóvel adquirido por 350 mil euros e uma permuta por cinco frações avaliadas em 800 mil euros, operação que foi alvo de investigação do Ministério Público.
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) apoiou 100 vítimas de 'bullying' em 2025, a maioria raparigas entre os 11 e os 14 anos, segundo dados divulgados hoje, Dia Mundial do Combate ao Bullying.
Um casal suspeito de burlar idosos em Silves através da simulação de acidentes de viação, exigindo dinheiro para reparar danos nos veículos, foi detido na segunda-feira pela GNR. Os suspeitos, ambos com 45 anos, convenciam as vítimas de que tinham provocado estragos nas viaturas e pressionavam-nas a pagar de imediato, evitando a comunicação do caso às autoridades ou às seguradoras.
As autoridades policiais apreenderam desde 01 de janeiro deste ano 42 toneladas de cocaína, mais 17 do que em todo o ano de 2025, revelou hoje o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).
Um esquema de tráfico internacional que utilizava filtros de água para esconder cocaína proveniente de um cartel colombiano terminou com condenações em tribunal. Segundo avança o Jornal de Notícias, os equipamentos eram utilizados para dissimular a droga e facilitar a sua importação.