Bebé de 11 meses morreu em Portimão enquanto aguardava transferência hospitalar

© D.R.

Um bebé de 11 meses morreu na sexta-feira ao final de tarde no hospital de Portimão enquanto aguardava transferência para o hospital de Faro, que estava sem serviço de Pediatria, disse à Lusa fonte oficial.

Segundo fonte do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), quando as equipas se preparavam para transportar o bebé para o hospital de Faro de helicóptero, o seu estado clínico agravou-se, tendo a criança acabado por morrer ao final da tarde.

O INEM esclareceu que recebeu um pedido do hospital de Portimão às 14:18 para transporte de uma criança de 11 meses para uma unidade de cuidados intensivos pediátricos, encontrando-se o bebé “devidamente acompanhado” pelas equipas de Pediatria da unidade de saúde.

“Encontrando-se o hospital de Faro sem Pediatria e com a Ambulância de Transporte Inter-hospitalar pediátrico (TIP) inoperacional por falta de médico do hospital, e a TIP Lisboa ocupada noutra missão de emergência médica, o INEM iniciou depois os procedimentos necessários com vista ao acionamento do helicóptero do Algarve, acionamento este que foi efetivado pouco depois das 15:00”, lê-se numa nota do instituto enviada à Lusa.

Quando chegaram a Portimão, as equipas médicas iniciaram os procedimentos para o helitransporte, mas quando se preparavam para iniciar o voo para Faro “o bebé sofreu um agravamento do seu estado clínico que impediu o transporte e obrigou a equipa a regressar, pelas 17:45, ao hospital de Portimão”.

Segundo o INEM, apesar dos esforços dos profissionais do hospital de Portimão e do instituto, o óbito acabou ocorrer mais tarde.

“O INEM lamenta profundamente o desfecho que a situação veio a conhecer e endereça aos familiares do bebé sinceras e sentidas condolências”, conclui a nota.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.