Espera nas urgências do Santa Maria está em 4 horas para doentes urgentes

© CM-Odivelas

O tempo de espera nas urgências do Hospital de Santa Maria está hoje em quatro horas para doentes rastreados com pulseira amarela (urgente), confirmou à Lusa fonte hospitalar.

Na segunda-feira, os doentes com pulseira amarela, cujo tempo indicativo de espera é uma hora, tiveram de aguardar pelo menos seis horas porque, segundo o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), as urgências dos hospitais Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e Beatriz Ângelo (Loures) estavam sem receber doentes enviados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do INEM.

A mesma fonte disse que hoje as urgências do Beatriz Ângelo continuam sem receber doentes do CODU.

De acordo com o CHULN, cerca das 08h30 de hoje estavam nove doentes com pulseira amarela a aguardar atendimento no Hospital de Santa Maria.

O sistema de triagem de Manchester contempla as cores vermelha (emergente), laranja (muito urgente, deverá ser atendido no espaço de 10 minutos), amarelo (urgente, 60 minutos), verde (menos urgente, 120 minutos) e azul (não urgente, 240 minutos).

Últimas do País

Mais de 120 mil veículos estarão a circular em Portugal sem o seguro de responsabilidade civil obrigatório. O regulador do setor alerta para "um risco significativo", não sendo casos residuais.
O condutor suspeito de atropelar mortalmente o militar da GNR Jorge Monteiro, na noite de sexta-feira, no IC2, em Alcobaça, ficou em liberdade após ser presente a primeiro interrogatório judicial.
Uma mulher de 53 anos foi detida por suspeita de atear um foco de incêndio em área florestal no concelho de Viseu, informou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR).
A Fénix - Associação Nacional de Bombeiros e Agentes de Proteção Civil exigiu hoje "esclarecimento imediato sobre falhas operacionais do INEM", alertando para "a degradação" do socorro em Portugal, após a morte de um homem, na vila das Taipas.
A Comissão de Combate à Fraude está a investigar uma atualização remuneratória aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais que alegadamente favoreceu os próprios dirigentes e levanta suspeitas de conflito de interesses.
Três homens são acusados de montar um esquema para enganar condutores e cobrar coimas inventadas com recurso a falsos crachás e um terminal de pagamento.
Poucos fogos florestais consumiram 91% da área ardida em 2025, um ano quente com poucas ignições, mostrando que o combate se deve concentrar em “incêndios extremos”, refere um relatório do Sistema Gestão Integrada de Fogos Rurais (SGIFR), hoje divulgado.
Oito concelhos dos distritos de Vila Real e Bragança estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma eletrónica de alojamentos Airbnb alertaram hoje para o aumento de burlas, em período de férias de verão, com alojamentos ‘online’, deixando recomendações para que as reservas sejam feitas em segurança.
O partido liderado por André Ventura quer ouvir os responsáveis pela gestão dos fogos rurais e alerta que Portugal continua vulnerável a grandes incêndios.