GNR começa hoje operação de controlo de velocidade

© Facebook / GNR

A Guarda Nacional Republicana (GNR) começa hoje uma operação de segurança rodoviária que envolve o controlo e fiscalização de velocidade e se prolonga até domingo, no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol).

A operação decorre em todo o território nacional continental e a fiscalização está orientada para as vias mais críticas sob responsabilidade da GNR e onde se verifique uma maior sinistralidade e infração aos limites de velocidade.

Em comunicado, a GNR explica que esta operação decorre no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol), organização criada polícias de trânsito da Europa para melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias e da qual a GNR se tornou membro em 2021.

Com esta ação, integrada no planeamento anual da RoadPol, a GNR pretende “sensibilizar a sociedade para comportamentos mais seguros por parte dos condutores e passageiros”, promovendo a segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas.

Em 2022, a GNR registou um total de 78.896 acidentes de viação. Destes, pelo menos 3.816 tiveram como principal causa a velocidade excessiva ou o excesso de velocidade.

Relativamente à fiscalização da velocidade, no ano passado foram registadas 119.651 infrações.

Últimas do País

Quinze pessoas deram entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, por intoxicação com monóxido de carbono com origem em geradores, após a depressão Kristin, disse hoje à agência Lusa fonte hospitalar.
O candidato presidencial André Ventura apontou hoje um "falhanço do Estado" na gestão dos efeitos do mau tempo e apelou ao Governo que lance uma linha de apoio a fundo perdido e empenhe mais militares na ajuda às populações.
O Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo alertou hoje para o risco de ocorrência de inundações, cheias, penetrações de terras e derrocadas devido ao mau tempo e à subida dos caudais.
O Hospital de Santo André, em Leiria, recebeu 545 feridos com traumas devido a situações relacionadas com acidentes em trabalhos de limpeza e reconstrução após a depressão Kristin, revelou à Lusa fonte hospitalar.
O presidente do conselho de administração da E-Redes, José Ferrari Careto, afirmou hoje não haver previsibilidade sobre quando será possível ter o restabelecimento total de energia elétrica à região afetada pela depressão Kristin.
Com casas destruídas, dias sem eletricidade e prejuízos que contam-se em milhares de euros, o Governo respondeu à tempestade Kristin com cheques de poucas centenas. População aponta os apoios como “desfasados da realidade” e incapazes de responder aos custos reais de recuperação.
Um homem morreu na madrugada de hoje no concelho de Leiria por intoxicação com monóxido de carbono com origem num gerador, disseram à Lusa fontes da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Proteção Civil.
Luís Montenegro declarou o prolongamento do estado de calamidade até dia 8 de fevereiro, logo após a reunião de Conselho de Ministros, em São Bento.
O Governo reúne-se hoje em Conselho de Ministros extraordinário para analisar a situação de calamidade, as medidas de prevenção para os próximos dias e a recuperação das zonas afetadas pela depressão Kristin.
A pilhagem de cabos elétricos na Marinha Grande, distrito de Leiria, é um dos motivos para a falta de água no concelho, um dos mais fustigados pela tempestade da passada quarta-feira, disse hoje o presidente da Câmara.