CHEGA quer ouvir Pizarro na AR sobre assessorias de comunicação na Saúde

© Folha Nacional

O CHEGA entregou um requerimento na Assembleia da República a pedir a audição urgente do ministro Manuel Pizarro na Comissão de Saúde.

Com data de sábado, o requerimento pretende ouvir o titular da pasta da Saúde a propósito do contrato celebrado para o desenvolvimento da estratégia de comunicação da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, resultante do concurso ganho pela empresa LPM Comunicação, lê-se no requerimento.

O documento do CHEGA surge na sequência de notícias veiculadas pela imprensa, nomeadamente no jornal Página Um, com data de sexta-feira, relacionada com a empresa de comunicação LPM Comunicação S.A. e a sua ligação com a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS), acrescenta.

Segundo o Página Um, “a LPM Comunicação S.A., empresa fundada pelo consultor de marketing político do Partido Socialista, Luís Paixão Martins, foi selecionada através de concurso público para fornecer serviços de assessoria de imprensa à DE-SNS”.

Todavia, a LPM Comunicação “mantém, no seu portfólio de clientes privados, diversas entidades do setor de saúde, incluindo farmacêuticas, hospitais privados e outras organizações relacionadas”, acrescenta o Chega.

Esta situação levanta, segundo o CHEGA, “preocupações pertinentes sobre possíveis conflitos de interesse, uma vez que a DE-SNS é uma entidade estatal que terá responsabilidades importantes na gestão, supervisão e monitorização do Sistema Nacional de Saúde, bem como na definição de diretrizes e normas que afetam tanto os fornecedores quanto os utentes e as empresas privadas do setor”.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.
André Ventura é apontado como principal líder da oposição pelos inquiridos, reunindo mais de metade das preferências e destacando-se claramente dos restantes líderes partidários
O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.
O CHEGA acusou hoje o Governo de atirar "dinheiro fora" na saúde e deixar cair novas unidades. André Ventura referiu que "311 milhões de euros foram alienados do PRR e coisas como o Hospital Oriental de Lisboa já não vão avançar".
O líder do CHEGA acusou o Governo de ignorar o impacto real do aumento do custo de vida, questionando a ausência de medidas concretas para aliviar os preços dos combustíveis, da alimentação e a carga fiscal sobre as famílias.