CHEGA quer ouvir Pizarro na AR sobre assessorias de comunicação na Saúde

© Folha Nacional

O CHEGA entregou um requerimento na Assembleia da República a pedir a audição urgente do ministro Manuel Pizarro na Comissão de Saúde.

Com data de sábado, o requerimento pretende ouvir o titular da pasta da Saúde a propósito do contrato celebrado para o desenvolvimento da estratégia de comunicação da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, resultante do concurso ganho pela empresa LPM Comunicação, lê-se no requerimento.

O documento do CHEGA surge na sequência de notícias veiculadas pela imprensa, nomeadamente no jornal Página Um, com data de sexta-feira, relacionada com a empresa de comunicação LPM Comunicação S.A. e a sua ligação com a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS), acrescenta.

Segundo o Página Um, “a LPM Comunicação S.A., empresa fundada pelo consultor de marketing político do Partido Socialista, Luís Paixão Martins, foi selecionada através de concurso público para fornecer serviços de assessoria de imprensa à DE-SNS”.

Todavia, a LPM Comunicação “mantém, no seu portfólio de clientes privados, diversas entidades do setor de saúde, incluindo farmacêuticas, hospitais privados e outras organizações relacionadas”, acrescenta o Chega.

Esta situação levanta, segundo o CHEGA, “preocupações pertinentes sobre possíveis conflitos de interesse, uma vez que a DE-SNS é uma entidade estatal que terá responsabilidades importantes na gestão, supervisão e monitorização do Sistema Nacional de Saúde, bem como na definição de diretrizes e normas que afetam tanto os fornecedores quanto os utentes e as empresas privadas do setor”.

Últimas de Política Nacional

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo quer aprovar a versão final do PTRR no início de abril e o envelope financeiro só será definido após o período de auscultação nacional.
O CHEGA/Madeira apresentou um voto de protesto na Assembleia Legislativa regional pelas declarações do líder parlamentar do PSD na Assembleia da República, Hugo Soares, no âmbito do debate sobre o subsídio social de mobilidade realizado na quarta-feira.
O CHEGA propôs a revisão do regime jurídico do uso de armas de fogo, defendendo o alargamento das situações em que os agentes podem disparar, nomeadamente para travar suspeitos de crimes graves, armados ou a atuar em grupo. A iniciativa foi, contudo, chumbada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.
O presidente do CHEGA sustenta que a polícia tem de poder agir sem receio quando está em causa a segurança dos cidadãos, e acusa o sistema de desproteger quem protege.
O uso de armas de fogo pelas forças de segurança poderá passar a ser permitido em mais situações do que as atualmente previstas na lei. É essa a proposta apresentada pelo CHEGA, que pretende rever profundamente o regime jurídico em vigor desde 1999.
O líder do CHEGA apontou falhas graves na resposta às tempestades e responsabilizou o Executivo por atrasos, descoordenação e decisões que deixaram populações entregues a si próprias.
Um dos maiores escândalos sexuais e de poder da última década volta a ecoar em Portugal. O CHEGA quer saber se o tentáculo da rede de Jeffrey Epstein alguma vez tocou o país e exige que todas as eventuais ligações portuguesas sejam investigadas até às últimas consequências.
O primeiro-ministro regressa esta quinta-feira ao parlamento para um debate quinzenal que deverá centrar-se na resposta do Governo às consequências do mau tempo e que foi adiado por duas vezes na semana passada.
Entre devoluções e penalizações que rondam os 85 mil euros, o vereador do PSD permanece no executivo da Maia. O presidente da Câmara reafirma a confiança política.
A vítima não deve ser obrigada a sair de casa para se proteger do agressor. É este o princípio que sustenta o novo projeto de lei apresentado pelo CHEGA, que pretende permitir o afastamento imediato dos suspeitos de violência doméstica, mesmo antes de decisão judicial definitiva.