Multas de trânsito aumentaram 22,5% no primeiro trimestre do ano

As multas de trânsito aumentaram 22,5% no primeiro trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2022, totalizando 306,7 mil infrações, e as contraordenações por excesso de velocidade lideram a tabela, revelou hoje a Segurança Rodoviária.

© Facebook / GNR

“Entre os 34,3 milhões de veículos fiscalizados entre janeiro e março de 2023, detetaram-se 306,7 mil infrações, o que representa um acréscimo de 22,5% face ao período homólogo do ano anterior”, indica a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) no relatório de sinistralidade a 24 horas e fiscalização rodoviária do primeiro trimestre de 2023.

Segundo a ANSR, nos três primeiros meses do ano verificaram-se aumentos nas várias tipologias de infração, destacando-se as relativas a excesso de velocidade (57,9%), as infrações por ausência de sistemas de retenção para crianças (43,1%), por ausência de seguro (28,2%), falta de cinto de segurança (26,7%), álcool (9,7%) e telemóvel (6,5%).

Quanto à tipologia das infrações, 65,1% do número total registado entre janeiro e março de 2023 correspondeu a excesso de velocidade, 5,6% à ausência de inspeção periódica obrigatória, 3% à condução sob efeito do álcool e 2,1% ao uso do telemóvel e não utilização do cinto de segurança.

O relatório precisa que, entre janeiro e março, foram multados quase 200.000 condutores por excesso de velocidade, 17.305 por falta de inspeção periódica obrigatória e cerca de 9.000 por excesso de álcool.

A ANSR frisa também que a criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, aumentou 12,1% por comparação com 2022, atingindo 9,5 mil condutores.

De acordo com o documento, 53% das detenções resultaram da condução sob o efeito de álcool, seguindo-se 37,2% por falta de habilitação legal para conduzir.

Em relação ao primeiro trimestre de 2022, o número de detidos por álcool aumentou 11% e as detenções por falta de habilitação legal para conduzir subiram 24,3%.

A ANSR refere ainda que, desde a entrada em vigor do sistema de carta por pontos em junho de 2016, o número de condutores que perderam pontos na carta de condução foi de 530,2 mil até final de março de 2023, tendo ficado sem carta de condução 2.527 condutores.

Últimas do País

O aluno do concelho de Almada com necessidades educativas especiais, cujos pais processaram judicialmente o Ministério da Educação por não ter vaga numa escola, foi colocado, mas continua sem aulas.
O homem acusado de matar a mulher com 17 facadas em agosto de 2025, no Porto, disse hoje ter ficado "cego e descontrolado", acusando a vítima de o tentar agredir primeiro, após discutirem por causa da aliança de casamento.
O protesto fez-se ouvir esta manhã nas imediações de São Bento. Horas depois, os deputados discutem propostas do CHEGA para baixar o IVA dos combustíveis, aplicar IVA Zero ao cabaz alimentar e acabar com as portagens nas duas pontes sobre o Tejo.
O Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC) e organismos similares de outros quatro países europeus alertaram hoje, numa declaração conjunta promovida pela instituição portuguesa, que o investimento em defesa "não deve ocorrer à custa da transparência" e integridade.
Trinta mil mosquitos machos estéreis vão ser libertados hoje na freguesia lisboeta de Alvalade, numa primeira fase de um projeto experimental que tem como objetivo final reduzir a população do mosquito-tigre-asiático, explicou à agência Lusa um dos responsáveis.
Um homem, de 29 anos, foi detido pela GNR por suspeitas de "violência psicológica" sobre a sua mãe, de 50 anos, no concelho de Alter do Chão, distrito de Portalegre, divulgou hoje aquela força de segurança.
Cerca de 300 doentes permanecem nos hospitais psiquiátricos à espera de respostas que permitam a sua saída, constituindo um desafio à desinstitucionalização prevista na reforma da saúde mental.
DJ, atuação musical, coreógrafo, ecrãs gigantes e passarela integraram os dois eventos contratados pela Câmara de Cascais. Primeiro-ministro e Presidente da República marcaram presença na cerimónia oficial.
Setenta e três pessoas continuam desalojadas devido ao mau tempo que atingiu o país no início do ano, revelou esta quarta-feira o coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes.
O líder parlamentar do CHEGA exigiu explicações a Fernando Alexandre sobre a segurança nas escolas e questionou as respostas do Governo perante as agressões a professores, alunos e auxiliares.