Marcelo Rebelo de Sousa reúne-se hoje com António Guterres nas Nações Unidas

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai reunir-se hoje com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, na sede da ONU, em Nova Iorque.

© Presidência da República

O chefe de Estado chegou aos Estados Unidos da América no domingo à noite para participar no debate geral da 78.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, depois de uma visita oficial de cinco dias ao Canadá, e ficará em Nova Iorque até sexta-feira.

Hoje, Marcelo Rebelo de Sousa terá também um encontro com o presidente da 78.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, Dennis Francis, diplomata de Trinidad e Tobago, e irá participar numa cimeira sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

Ao fim do dia, terá um cocktail com membros do Conselho da Diáspora Portuguesa e portugueses residentes em Nova Iorque.

O Presidente da República irá intervir no primeiro dia de debate geral desta 78.ª sessão da Assembleia Geral da ONU, na terça-feira.

Será a sua 5.ª intervenção em representação de Portugal no debate geral anual entre chefes de Estado e de Governo dos 193 Estados-membros da ONU, em que também participou em 2016, 2018, 2019 e 2021.

Na abertura do debate geral, o primeiro a discursar será o presidente do Brasil, Lula da Silva, seguindo-se o presidente dos Estados Unidos da América, país anfitrião, Joe Biden, como é tradição.

Segundo o chefe de Estado, a presença do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, nesta sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, vai fazer da guerra na Ucrânia um “tema inadiável”.

Marcelo Rebelo de Sousa realçou que, na quarta-feira, haverá um “chamado Conselho de Segurança aberto”, no qual irá participar, “para discutir só a Ucrânia”.

A 78.ª sessão da Assembleia Geral da ONU tem como tema “Reconstruindo a confiança e reacendendo a solidariedade global: acelerando a ação na Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) rumo à paz, prosperidade, progresso e sustentabilidade para todas as pessoas”.

Em Nova Iorque, tanto o Presidente da República como o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, terão reuniões bilaterais para, entre outros objetivos, promover a candidatura de Portugal a um lugar de membro não-permanente no Conselho de Segurança da ONU no biénio 2027-2028.

O Conselho da Diáspora Portuguesa é uma associação privada sem fins lucrativos constituída em dezembro de 2012 com o alto patrocínio do anterior Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, destinada a institucionalizar uma rede de contactos entre portugueses e lusodescendentes residentes no estrangeiro, com posições de destaque.

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André Ventura deixou esta sexta-feira um desafio direto ao Partido Socialista: apoiar as propostas do CHEGA para baixar os impostos sobre os combustíveis e a aprovar o IVA Zero no cabaz alimentar. O líder do partido acusa o PS de “hipocrisia” e avisa que um chumbo deixará os socialistas sem argumentos depois das posições assumidas durante o verão.
Uma larga maioria dos portugueses considera que o Governo de Luís Montenegro não está a conseguir responder ao aumento do custo de vida nem proteger o poder de compra das famílias. De acordo com a mais recente sondagem da Aximage, 77% dos inquiridos classificam como “inadequada” ou “muito inadequada” a atuação do Executivo da AD perante a subida dos preços da habitação, dos combustíveis e dos bens de consumo.
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O CHEGA exigiu explicações sobre o polémico negócio das novas fragatas para a Marinha e Nuno Melo vai mesmo ter de comparecer no Parlamento. A Comissão de Defesa aprovou por unanimidade a audição do ministro da Defesa a pedido do CHEGA sobre a aquisição de três fragatas italianas, num investimento estimado em 3,9 mil milhões de euros, um dos maiores investimentos na Defesa portuguesa.
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Afinal, não foi “vais pagá-las”. Luís Neves esclareceu esta terça-feira, na Assembleia da República, a frase que disse dirigida à bancada do CHEGA, em dia de debate quinzenal com o primeiro-ministro. Aos deputados do partido liderado por André Ventura, o ministro da Administração Interna assumiu que as palavras que proferiu foram: “Vão levar comigo.”
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