PS tentou forçar o regresso da censura a Portugal

Em causa uma Proposta de Lei do Governo que pretendia não só censurar por “delito” de opinião, como atribuir penas de prisão até oito anos a quem ousasse usar da liberdade de expressão.

© Folha Nacional

A Comissão de Assuntos Constitucionais discutiu, na última terça-feira, uma Proposta de Lei do Governo demissionário que pretendia, entre outras coisas, o regresso da censura a Portugal com direito a pena de prisão efetiva de até 8 anos em casos agravados. 

O objetivo seria aplicar estas penas a quem ousasse afirmar a sua opinião ou ideologia, caso estas se debruçassem sobre grupos étnicos ou outros, independentemente da sua razoabilidade face a determinada situação, acontecimento ou contexto específico.    

Nunca em 50 anos a liberdade de expressão esteve tão em perigo em Portugal, onde a esquerda e a extrema-esquerda tentam criminalizar até o pensamento político.  

Felizmente, esta Proposta de Lei, aprovada em Conselho de Ministros há já alguns meses, caiu pelo recuo eleitoralista do PS, para voltar em força na próxima oportunidade.    

O presidente do CHEGA, André Ventura, afirmou ontem estar atento a todo este tipo de tentativa de opressão à liberdade, originária das esquerdas com a complacência do PSD!

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a promulgação, pelo Presidente da República, do decreto que altera a Lei da Nacionalidade e afirmou que esta legislação teve o "consenso possível".
O Governo quer criar um novo organismo para gerir 'situações de crise', num investimento de 33 milhões de euros, mas a proposta já está a levantar dúvidas sérias, incluindo o risco de ser inconstitucional.
Nova lei endurece regras de acesso à nacionalidade portuguesa e reforça exigência de ligação efetiva ao país.
Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços.
Uma contratação feita pela Câmara Municipal de Abrantes, atualmente liderada pelo PS, está a gerar polémica e a levantar dúvidas sobre critérios de escolha. Em causa está a contratação de uma banda praticamente desconhecida para atuar como cabeça de cartaz nas festas da cidade, cujo membro pertence à concelhia dos socialistas.
O líder do CHEGA indicou hoje que, se as alterações à legislação laboral fossem votadas agora, o partido seria contra e considerou que a greve geral mostra o “fracasso do Governo” nas negociações.
O Parlamento rejeitou esta sexta-feira as propostas do CHEGA para reforçar proteção e compensação de profissionais expostos diariamente à violência.
O presidente do CHEGA acusou o Governo de deixar por cumprir uma parte substancial dos apoios prometidos após a tempestade Kristin, criticando a ausência de execução das medidas anunciadas, a pressão fiscal sobre os lesados e a falta de resposta do Executivo perante o agravamento dos custos para famílias e empresas.
O líder do CHEGA, André Ventura, classificou como 'marketing' o programa 'Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência' (PTRR), hoje apresentado pelo Governo, e considerou que não define prioridades nem estratégias.
Paulo Abreu dos Santos, ex-adjunto de uma ministra socialista, está indiciado por 576 crimes de pornografia de menores e por integrar 13 grupos de partilha de abuso sexual infantil.