Autoridades rodoviárias lançam campanha sobre cinto de segurança e cadeirinhas para bebés

A PSP, GNR e Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) iniciam hoje uma campanha de segurança rodoviária sobre o uso dos cintos de seguranças e das cadeirinhas para bebés, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

© D.R.

 

Segundo uma nota conjunta daqueles organismos, esta campanha, intitulada “Cinto-me vivo” e que termina a 11 de abril, tem como objetivo “alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre, e de forma correta, os dispositivos de segurança, como os cintos de segurança e as cadeiras de transporte de crianças”.

A campanha “Cinto-me Vivo” integrará ações de sensibilização da ANSR em território continental e dos serviços das administrações regionais dos Açores e da Madeira, e operações de fiscalização feitas pela PSP e pela GNR com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário, que pretendem “contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores no que diz respeito à correta utilização dos dispositivos de segurança”.

As ações de sensibilização vão ocorrer em simultâneo com as operações de fiscalização nas seguintes localidades: Sexta-feira, às 08:00 na Praça do Vitória FC, a 08 de abril, às 16:00 na praça das portagens de Santarém na A1, a 09 de abril, às 09:00 na rotunda D. Dinis, em Leiria, a 10 de abril, às 07:00 no IC2 – Km 244,5, em Albergaria-a-Velha, Aveiro, e a 11 de abril, às 10:00 na estrada de Nelas, a seguir ao Estabelecimento Comercial Mercadona, em Viseu.

A PSP, GNR e ANSR apelam aos condutores para que utilizem sempre uma cadeirinha homologada devidamente instalada e adaptada à altura e ao peso da criança, além de recomendarem ao uso do cinto de segurança em todos os lugares do veículo e em todos os percursos, mesmo nos de curta distância e, no caso das motos, o capacete de modelo aprovado, devidamente ajustado e apertado.

A ação que vai hoje começar é a quarta das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano no âmbito do PNF de 2024 e, até ao final do ano, serão realizadas mais oito campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

As campanhas inseridas nos planos nacionais de fiscalização são realizadas anualmente pela PSP, ANSR e GNR desde 2020, com temáticas definidas com base nas recomendações europeias estabelecidas para cada um dos anos.

O PNF de 2023 consagrou como prioritários os temas: Velocidade, álcool, acessórios de segurança e telemóvel.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.