Banhos e pesca proibidos no Douro devido a descarga poluente após incêndio no Porto

Os banhos e a pesca lúdica foram hoje proibidos por precaução entre o cais de cimentos e a foz do Douro, no Porto, devido à descarga de materiais poluentes na ribeira da Granja provocada pelo incêndio no grupo Nors.

© D.R.

“Foi publicado um edital que proíbe os banhos e a pesca lúdica em toda a extensão, desde o cais de cimentos [perto do restaurante Casa d’Oro] até à foz do rio Douro por precaução”, afirmou hoje o capitão do Porto e comandante-local da Polícia Marítima do Douro e Leixões.

Aos jornalistas, no Largo do Calém, onde decorrem os trabalhos de limpeza das águas devido à descarga de materiais poluentes do incêndio ocorrido na segunda-feira na zona industrial do Porto, Silva Lampreia afirmou que a proibição “não afeta nenhuma praia fluvial”.

A proibição abrange uma extensão de cerca de 2,7 quilómetros.

A Câmara do Porto está a tentar minimizar os efeitos da descarga de materiais poluentes na foz da ribeira da Granja e consequentemente no rio Douro, estimando concluir os trabalhos de limpeza na quarta-feira.

O incêndio afetou os escritórios da Auto Sueco Portugal, da Aftermarket Portugal e da Amplitude Seguros, empresas do grupo Nors.

Últimas do País

GNR intercetou o grupo durante a madrugada, em Tavira, com cerca de 200 jerricans de combustível e um motor de lancha. Horas depois, os 13 arguidos, de nacionalidades espanhola, marroquina e romena, foram libertados e notificados para regressar ao tribunal a 18 de setembro.
Um homem de 22 anos foi detido pela PSP em Beja por suspeitas de tráfico de droga e posse ilegal de arma de fogo, revelou aquela força de segurança.
Ex-governante recebe 5524 euros de reforma e mais 3000 pelas funções de provedor do SUCH, entidade tutelada pelas Finanças e pela Saúde.
Dez pessoas morreram e mais de 1.000 ficaram feridas, 60 das quais com gravidade, entre 18 de agosto e segunda-feira, indicaram hoje as forças de segurança num balanço conjunto sobre a campanha “Taxa Zero ao Volante”.
Os sete homens detidos no sábado, no âmbito de uma operação que levou à apreensão de mais de cinco toneladas de haxixe junto ao rio Guadiana, no Algarve, ficaram em prisão preventiva, revelou esta segunda-feira fonte da GNR.
Dois homens detidos pela suspeita de atearem incêndios florestais em situações distintas no Peso da Régua e em Sabrosa vão aguardar julgamento em prisão preventiva, informou esta terça-feira fonte da Polícia Judiciária (PJ) de Vila Real.
Uma rede criminosa desmantelada pela Polícia Judiciária (PJ) é suspeita de lesar, através de esquemas de burlas por meios informáticos, mais de duas dezenas de vítimas da região do Minho, num valor global aproximado de 80 mil euros.
Doze pessoas ficaram feridas, uma das quais com gravidade, no atropelamento hoje de madrugada na Oura, Albufeira, numa zona de bares, tendo o condutor sido detido, disse à Lusa fonte da GNR.
Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.