Uma das crianças mortas no ataque com faca em Inglaterra tem nacionalidade portuguesa

Uma das crianças mortas no ataque de segunda-feira em Southport, no Reino Unido, tem nacionalidade portuguesa, disse hoje à Lusa o secretário de Estado das Comunidades.

© DR

José Cesário acrescentou que o cônsul-geral de Portugal em Manchester já falou com uma tia da criança e que os pais “estão em estado de choque e incontactáveis”.

O governante adiantou que os pais são originários da Região Autónoma da Madeira.

A criança portuguesa, que nasceu em 15 de outubro de 2014, está inscrita no Consulado de Portugal em Manchester.

A polícia britânica confirmou hoje que o ataque, perpetrado por um jovem de 17 anos, já detido, provocou a morte de três crianças – além da portuguesa, de nove anos, as outras têm seis e sete anos.

Outros oito menores ficaram feridos no ataque, dois dos quais em estado grave, bem como dois adultos, que também se encontram hospitalizados em estado grave.

As crianças estariam a participar num evento numa escola de dança inspirado pela artista norte-americana Taylor Swift quando o suspeito entrou armado com uma faca e começou a atacar as crianças.

Segundo a polícia, os adultos terão sido feridos a tentar proteger “corajosamente” as crianças do ataque.

Últimas do País

Operação conjunta das polícias portuguesa e espanhola apreendeu 3350 quilos de droga. Em Portugal, um estrangeiro de 37 anos foi apanhado com 1530 quilos de cocaína e duas armas automáticas carregadas e prontas a disparar.
Resultados da primeira fase de acesso ao Ensino Superior são conhecidos este domingo e milhares de estudantes deslocados enfrentam um mercado cada vez mais apertado. Há menos 25,2% de quartos anunciados do que há um ano e Lisboa e Porto registam quebras de 30% e 42%.
Uma mulher de 64 anos foi detida, em Aveiro, para cumprimento de uma pena de quatro anos de prisão pelo crime de burla qualificada, depois de um ano de fuga às autoridades, anunciou hoje a PSP.
Fenómeno agravou-se nos últimos dois meses e levou a PSP a reforçar a vigilância nas zonas mais afetadas. Ladrões procuram sobretudo o cobre dos equipamentos para posterior venda.
Capital reforçou patrulhamento depois de episódios de violência grave. Na Baixa do Porto, sindicato alerta para agressões, tentativas de violação e noites com reduzida presença policial.
Queixas começaram há cerca de dois meses e os utentes garantem que o problema se tem agravado. Cerca de 60 doentes passam diariamente pela sala, onde permanecem ligados às máquinas durante quatro horas. Hospital confirma a presença dos insetos e garante estar a tentar erradicar a praga.
Mais de mil bombeiros estavam às 08:00 envolvidos no combate aos quatro maiores incêndios ativos na região Norte, sendo os de Torre de Moncorvo, Arouca e Santo Tirso os que mobilizam mais meios, segundo fonte da proteção civil.
A GNR deteve o líder de uma rede internacional de tráfico de droga, na sequência de uma operação iniciada em 2026 e que tinha permitido prender cerca de 50 pessoas, anunciou hoje a corporação.
Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.