PSP apreende 24 armas e 2.038 munições com entrada ilegal em Portugal

A Polícia de Segurança Pública (PSP) apreendeu nas últimas semanas 24 armas de fogo de diversos calibres e 2.038 munições que foram introduzidas irregularmente em Portugal pelos seus proprietários, foi hoje anunciado.

©D.R.

A PSP explica, em comunicado, que este armamento, apreendido no âmbito da operação “Armas em segurança, tour de Verão”, que começou a 22 de julho passado e que se prolonga até 11 de agosto, “está legalmente manifestado no país onde foi adquirido”.

As armas foram “exportadas ou transferidas irregularmente para Portugal pelos seus proprietários aquando, nomeadamente, do gozo de férias de Verão, da participação em caçadas, montarias ou torneios de tiro desportivo, bem como para efeitos de residência permanente ou temporária”.

A polícia explica que as apreensões foram feitas pelo Departamento de Armas e Explosivos, em colaboração com diversos organismos de dimensão internacional, como a EUROPOL e INTERPOL, “em plataformas multidisciplinares de cooperação policial internacional como o EMPACT FIREARMS (European Multidisciplinary Platform Against Criminal Threats).

A PSP apela a todos os proprietários de armas que pretendam trazê-las para Portugal para que promovam o seu licenciamento e recolha, recorrendo às Unidades Móveis de Atendimento disponíveis em diversos pontos do país.

A listagem dos locais está disponível nas redes sociais da PSP.

Últimas do País

Dois em cada três jovens europeus afirmam ter sido vítimas de abusos, negligência, violência doméstica ou outras experiências adversas semelhantes durante a infância, segundo um inquérito divulgado hoje pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O Sindicato dos Técnicos da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (SinDGRSP) cumpre hoje um dia de greve e uma manifestação junto à cadeia do Porto, por entender que a portaria sobre carreiras está aquém do negociado.
Três suspeitos escaparam antes da operação da Polícia Judiciária. Um terá conseguido quase 200 mil euros e outro transferiu cerca de 40 mil euros para contas no Brasil. Nove arguidos estão a ser julgados em Cascais.
Uma aterragem inesperada numa herdade em Serpa está a ser investigada pelas autoridades. O piloto terá pedido aos trabalhadores que não chamassem a polícia, abandonou o local de táxi e deixou uma carteira com documentos e dois mil euros.
Quase 13 mil residências foram alvo de furto num único ano. PSP e GNR registaram, em conjunto, uma média superior a 35 ocorrências por dia, apesar de os números terem descido face ao ano anterior.
O partido liderado por André Ventura marcou presença nas comemorações do 52.º aniversário do Estado-Maior-General das Forças Armadas, na Madeira, e defendeu que homenagear os militares “exige mais do que discursos e cerimónias”. CHEGA defende investimento na Defesa, valorização das carreiras e melhores pensões para antigos combatentes.
Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.