Imigração em Portugal a caminho dos 15% e Montenegro abre as portas a mais imigrantes

© Folha Nacional

Numa altura em que a imigração está a caminho de atingir os 15%, Luís Montenegro decidiu colocar em curso uma megaoperação para acelerar os pedidos que estão pendentes na AIMA.

É já no dia 9 de setembro que vai arrancar este processo, que contará com um megacentro de operações em Lisboa e outros mais pequenos espalhados pelo país, deixando clara a posição do Governo da AD de querer legalizar o maior número de imigrantes possível.

Numa altura em que o descontrolo da imigração tem estado na ordem do dia, com o CHEGA a anunciar uma manifestação contra a imigração descontrolada, para dia 21 de setembro, e a intenção de propor um referendo sobre a imigração já no início dos trabalhos parlamentares, este é mais um passo do Governo de Luís Montenegro para demonstrar que não irá acompanhar a iniciativa de André Ventura.

Vários têm sido os alertas do CHEGA para este problema que está a afetar, cada vez mais, a sociedade portuguesa, com André Ventura a alertar para o facto de já haver quem faça negócio de vistos para entrar em Portugal. “Ou travamos isto ou este problema não vai acabar”, disse o Presidente do CHEGA em conferência na sede nacional do Partido.

Esta é mais uma polémica que vem distanciar, ainda mais, os dois partidos no que toca ao tema da imigração.

Últimas de Política Nacional

Líder do CHEGA fala em “governação de improviso”, acusa Executivo de esconder falhas no SIRESP e diz que famílias continuam abandonadas meses após os estragos provocados pelas tempestades.
O presidente do CHEGA disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.
O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.
O Conselho Nacional do CHEGA propôs a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.
O presidente do CHEGA pediu aos militantes, na intervenção de abertura do Conselho Nacional do CHEGA, responsabilidade e união, propondo que o partido se junte "por Portugal nestes próximos meses”.