MANIFESTAÇÃO CONTRA IMIGRAÇÃO ILEGAL REALIZA-SE ESTE DOMINGO

O partido CHEGA irá realizar uma grande manifestação, no próximo dia 29, contra a imigração descontrolada e a crescente insegurança que se vive nas ruas de Portugal.

© Folha Nacional

A manifestação, que inicialmente estava prevista para o dia 21, foi adiada devido à grande vaga de incêndios que devastaram o país na semana passada.

André Ventura, Presidente do partido, justificou a decisão de adiar a concentração como uma questão de solidariedade para com as vítimas dos incêndios. “Infelizmente, a situação crítica e caótica que os incêndios têm provocado, com a dor e o sofrimento que causaram, não nos permite realizar esta manifestação na data prevista”, frisou André Ventura através das redes sociais, concluindo que “o dever de solidariedade e o dever de respeito para com aqueles que estão a sofrer” devem prevalecer.

A nova data da manifestação foi reagendada para o dia 29, às 15h30 e terá início na Alameda, onde o partido espera reunir o maior número de pessoas possível, terminando na Praça do Rossio. O partido CHEGA espera que esta seja a maior manifestação organizada pelo partido desde a sua fundação, uma vez que estão a ser mobilizadas pessoas de todo o país para se juntarem à luta contra o “enorme fluxo de imigração ilegal e desregulada”.

O Presidente do partido tem criticado duramente as políticas de imigração dos governos PS e PSD, alegando que são “demasiado permissivas”, e alertando que “a segurança dos cidadãos está a ser comprometida”.

“Portugal não pode ser um refúgio para criminosos, e os imigrantes que cometem crimes graves em Portugal devem ser expulsos imediatamente. É uma questão de justiça e de proteção dos portugueses”, afirmou.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.
O líder do CHEGA associa a subida do custo de vida à guerra na Ucrânia e defende descida de impostos para aliviar os portugueses.
O grupo municipal do CHEGA em Oeiras apresentou uma moção de censura ao executivo liderado por Isaltino Morais, na sequência da acusação do Ministério Público relacionada com despesas em refeições pagas com fundos públicos.