“Que este Natal seja sinal de termos coragem para resolver problemas”

O presidente do CHEGA pediu hoje que este Natal seja sinal de coragem para resolver problemas "que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas", mas que seja também um momento de tranquilidade e de unidade.

© Folha Nacional

Numa mensagem de Natal gravada na sala do grupo parlamentar do CHEGA e hoje divulgada pela assessoria do partido, André Ventura começou por desejar a todos um feliz Natal, num ano que classificou de “grande incerteza”, considerando que o símbolo de comunidade é a marca desta época.

“Que este Natal seja sinal de segurança, seja sinal de crescimento, seja sinal de prosperidade, seja sinal de termos coragem. A coragem que não tivemos para resolver problemas, que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas, ao grande combate ao tamanho e ao peso do Estado e à despesa com o sistema político que temos”, referiu o líder partidário.

“Que este Natal seja de reflexão, sem perdermos o espírito de unidade e de celebração”, acrescentou.

Na mensagem de cerca de dois minutos, Ventura desejou feliz Natal “aos que acreditam e aos que não acreditam” e pediu que esta época “seja sinónimo de paz, de prosperidade e de unidade”.

“O Natal é um momento de conversão, é também um momento de mudança e de paz, de tranquilidade. É esta paz e tranquilidade que eu gostava de transmitir ao país neste dia. Uma mensagem de quem está a trabalhar todos os dias por Portugal, quem vai continuar, mas sabe ao mesmo tempo que o país precisa de tranquilidade, de paz, de unidade e de harmonia”, afirmou.

André Ventura assegurou que o CHEGA vai continuar a trabalhar por esses valores e deixou uma saudação especial aos apoiantes, militantes e dirigentes do seu partido.

Últimas de Política Nacional

Vários partidos do sistema, nomeadamente o PS e o VOLT, estão empenhados em tentar impedir a presença do CHEGA nas próximas eleições autárquicas.
O Chega quer proibir a exploração económica das áreas ardidas durante 10 anos e a venda de madeira queimada, aumentar as penas para os incendiários e a criação de um fundo de apoio às famílias dos bombeiros.
O líder do Chega considerou hoje que o Presidente da República foi "extremamente imprudente" quando disse que o seu homólogo dos Estados Unidos funciona como um "ativo soviético", acusando-o de "a perder credibilidade".
O líder do Chega, André Ventura, colocou hoje cinco condições ao Governo para negociar o próximo Orçamento do Estado, incluindo uma redução da carga fiscal, aumento das pensões ou mais verbas para as forças de segurança.
O líder do Chega, André Ventura, criticou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmando que não sabe ser líder, dar a cara ou desempenhar o cargo, a propósito da forma como o Governo lidou com os incêndios.
O presidente do Chega, André Ventura, acusou hoje a ministra da Administração Interna de incompetência na gestão do combate aos incêndios que têm afetado o país e desafiou o primeiro-ministro a admitir "que falhou" nesta matéria.
O Chega vai forçar a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito sobre os incêndios rurais, anunciou o partido na terça-feira à noite.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, vai hoje à Comissão Permanente da Assembleia da República para debater a coordenação do combate aos incêndios em Portugal, depois de os partidos da oposição terem feito críticas unânimes à atuação do Governo.
A Comissão Permanente da Assembleia da República debate na quarta-feira a situação dos incêndios em Portugal, após a oposição ter feito críticas unânimes ao Governo e o primeiro-ministro ter-se manifestado disponível para prestar esclarecimentos.
O presidente do Chega aconselhou ontem o primeiro-ministro, Luís Montenegro, a sair do gabinete e a ir ao terreno, acusando-o de fazer uma "má gestão" dos incêndios.