“Que este Natal seja sinal de termos coragem para resolver problemas”

O presidente do CHEGA pediu hoje que este Natal seja sinal de coragem para resolver problemas "que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas", mas que seja também um momento de tranquilidade e de unidade.

© Folha Nacional

Numa mensagem de Natal gravada na sala do grupo parlamentar do CHEGA e hoje divulgada pela assessoria do partido, André Ventura começou por desejar a todos um feliz Natal, num ano que classificou de “grande incerteza”, considerando que o símbolo de comunidade é a marca desta época.

“Que este Natal seja sinal de segurança, seja sinal de crescimento, seja sinal de prosperidade, seja sinal de termos coragem. A coragem que não tivemos para resolver problemas, que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas, ao grande combate ao tamanho e ao peso do Estado e à despesa com o sistema político que temos”, referiu o líder partidário.

“Que este Natal seja de reflexão, sem perdermos o espírito de unidade e de celebração”, acrescentou.

Na mensagem de cerca de dois minutos, Ventura desejou feliz Natal “aos que acreditam e aos que não acreditam” e pediu que esta época “seja sinónimo de paz, de prosperidade e de unidade”.

“O Natal é um momento de conversão, é também um momento de mudança e de paz, de tranquilidade. É esta paz e tranquilidade que eu gostava de transmitir ao país neste dia. Uma mensagem de quem está a trabalhar todos os dias por Portugal, quem vai continuar, mas sabe ao mesmo tempo que o país precisa de tranquilidade, de paz, de unidade e de harmonia”, afirmou.

André Ventura assegurou que o CHEGA vai continuar a trabalhar por esses valores e deixou uma saudação especial aos apoiantes, militantes e dirigentes do seu partido.

Últimas de Política Nacional

O índice de coincidência parlamentar revela que sociais-democratas votam mais vezes da mesma forma que o PS do que o CHEGA coincide com a votação dos socialistas na Assembleia da República.
O presidente do CHEGA anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.
O líder do CHEGA criticou hoje a “estratégia caricata” de Luís Montenegro de “recusar em público” as principais exigências do partido para rever a lei laboral, mas sem se excluir das negociações.
Demitiu-se do cargo, na sexta-feira, o secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro. Foi o seu segundo pedido de demissão apresentado no espaço de um mês.
O presidente do CHEGA afirmou esta sexta-feira que “o bloco central de interesses” continua a impedir o apuramento da verdade sobre as FP-25, defendendo no Parlamento que Portugal continua sem conhecer toda a verdade sobre um dos períodos mais polémicos da democracia portuguesa.
O Parlamento aprovou hoje na generalidade uma recomendação do CHEGA que propõe ao Governo a transformação do Dia da Defesa Nacional em semana.
O Conselho Nacional do CHEGA propôs a rejeição da reforma laboral e da reforma do Estado, apresentadas pelo Governo, considerando que estes diplomas "não podem contar com o voto favorável" do partido.
O presidente do CHEGA pediu aos militantes, na intervenção de abertura do Conselho Nacional do CHEGA, responsabilidade e união, propondo que o partido se junte "por Portugal nestes próximos meses”.
O líder do CHEGA diz que mais de 90% dos contratos públicos podem escapar ao controlo prévio e acusa PSD e PS de enfraquecerem a fiscalização do dinheiro dos portugueses.
Os alertas surgem numa altura em que continuam a multiplicar-se investigações relacionadas com corrupção, contratação pública e utilização de fundos públicos em Portugal.