“Que este Natal seja sinal de termos coragem para resolver problemas”

O presidente do CHEGA pediu hoje que este Natal seja sinal de coragem para resolver problemas "que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas", mas que seja também um momento de tranquilidade e de unidade.

© Folha Nacional

Numa mensagem de Natal gravada na sala do grupo parlamentar do CHEGA e hoje divulgada pela assessoria do partido, André Ventura começou por desejar a todos um feliz Natal, num ano que classificou de “grande incerteza”, considerando que o símbolo de comunidade é a marca desta época.

“Que este Natal seja sinal de segurança, seja sinal de crescimento, seja sinal de prosperidade, seja sinal de termos coragem. A coragem que não tivemos para resolver problemas, que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas, ao grande combate ao tamanho e ao peso do Estado e à despesa com o sistema político que temos”, referiu o líder partidário.

“Que este Natal seja de reflexão, sem perdermos o espírito de unidade e de celebração”, acrescentou.

Na mensagem de cerca de dois minutos, Ventura desejou feliz Natal “aos que acreditam e aos que não acreditam” e pediu que esta época “seja sinónimo de paz, de prosperidade e de unidade”.

“O Natal é um momento de conversão, é também um momento de mudança e de paz, de tranquilidade. É esta paz e tranquilidade que eu gostava de transmitir ao país neste dia. Uma mensagem de quem está a trabalhar todos os dias por Portugal, quem vai continuar, mas sabe ao mesmo tempo que o país precisa de tranquilidade, de paz, de unidade e de harmonia”, afirmou.

André Ventura assegurou que o CHEGA vai continuar a trabalhar por esses valores e deixou uma saudação especial aos apoiantes, militantes e dirigentes do seu partido.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA disse que tentou “até à última hora” um consenso com o Governo sobre a lei laboral, e rejeitou que o chumbo da proposta tenha sido “cálculo político”.
André Ventura levou ao debate quinzenal 47 páginas de propostas para alterar a reforma laboral, defendendo o regresso dos 25 dias de férias, a valorização de quem trabalha por turnos e uma revisão das regras de acesso aos apoios sociais.
O líder do CHEGA anunciou esta terça-feira que a reunião que teve com o primeiro-ministro sobre as alterações à lei laboral terminou sem acordo e indicou que o partido e o Governo vão "continuar a trabalhar" nas próximas horas.
O presidente do CHEGA, André Ventura, confirmou hoje que vai voltar a reunir-se com o primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, sobre a reforma laboral e pediu um compromisso escrito em relação à idade da reforma.
O Parlamento vota hoje uma lista conjunta PSD, CHEGA e PS para a eleição de quatro novos juízes candidatos ao Tribunal Constitucional (TC) e também a candidata proposta pelos socialistas para provedora de Justiça, Luísa Neto.
O Presidente do CHEGA defendeu hoje a confirmação do decreto do Parlamento sobre a utilização de bandeiras em edifícios públicos vetado pelo chefe de Estado, considerando que existe uma maioria suficiente para o fazer.
O Presidente do CHEGA afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra "se tudo se mantiver como está".
O primeiro-ministro e o presidente do CHEGA estão reunidos em São Bento, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirma como "reunião de trabalho".
O CHEGA considera que "há caminho para andar" para um acordo com o Governo visando a viabilização da proposta do executivo que cria a prestação social única (PSU).
O presidente do CHEGA disse hoje que o seu partido poderá viabilizar a criação da Prestação Social Única (PSU) na generalidade se o PSD aceitar limitar os apoios sociais para imigrantes, desafiando os sociais-democratas a aceitar esse "compromisso".