“Que este Natal seja sinal de termos coragem para resolver problemas”

O presidente do CHEGA pediu hoje que este Natal seja sinal de coragem para resolver problemas "que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas", mas que seja também um momento de tranquilidade e de unidade.

© Folha Nacional

Numa mensagem de Natal gravada na sala do grupo parlamentar do CHEGA e hoje divulgada pela assessoria do partido, André Ventura começou por desejar a todos um feliz Natal, num ano que classificou de “grande incerteza”, considerando que o símbolo de comunidade é a marca desta época.

“Que este Natal seja sinal de segurança, seja sinal de crescimento, seja sinal de prosperidade, seja sinal de termos coragem. A coragem que não tivemos para resolver problemas, que vão desde a corrupção à insegurança nas ruas, ao grande combate ao tamanho e ao peso do Estado e à despesa com o sistema político que temos”, referiu o líder partidário.

“Que este Natal seja de reflexão, sem perdermos o espírito de unidade e de celebração”, acrescentou.

Na mensagem de cerca de dois minutos, Ventura desejou feliz Natal “aos que acreditam e aos que não acreditam” e pediu que esta época “seja sinónimo de paz, de prosperidade e de unidade”.

“O Natal é um momento de conversão, é também um momento de mudança e de paz, de tranquilidade. É esta paz e tranquilidade que eu gostava de transmitir ao país neste dia. Uma mensagem de quem está a trabalhar todos os dias por Portugal, quem vai continuar, mas sabe ao mesmo tempo que o país precisa de tranquilidade, de paz, de unidade e de harmonia”, afirmou.

André Ventura assegurou que o CHEGA vai continuar a trabalhar por esses valores e deixou uma saudação especial aos apoiantes, militantes e dirigentes do seu partido.

Últimas de Política Nacional

O candidato presidencial André Ventura afirmou que irá agregar a direita a partir de hoje, face às projeções que indicam uma segunda volta das eleições entre o líder do CHEGA e António José Seguro, apoiado pelo PS.
O secretário-geral do CHEGA, Pedro Pinto, hoje que o país está perante “uma noite histórica” e manifestou-se confiante na passagem de André Ventura na segunda volta das eleições presidenciais contra António José Seguro.
A influência às urnas para a eleição do próximo Presidente da República situava-se, até às 16h00 de hoje, nos 45,51%, segundos dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou nas últimas eleições.
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, hoje que a campanha pôde ter sido mais esclarecedora mas apelou aos portugueses para que se mobilizassem e aproveitassem o “dia fantástico” para votar.
Mais de 11 milhões de candidatos são hoje chamados a escolher o sucessor de Marcelo Rebelo de Sousa, numas eleições para a Presidência da República muito disputadas e com registo de 11 candidatos.
O candidato presidencial apoiado pelo Chega disse hoje esperar que os líderes do PSD e IL “não sejam pelo menos um obstáculo” a uma vitória sua “que impeça o socialismo” de regressar ao Palácio de Belém.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA reforçou na quinta-feira à noite o apelo ao voto no domingo alegando que "a mudança nunca esteve tão perto".
A campanha para as eleições presidenciais de domingo termina hoje com a maioria dos candidatos a concentrar as últimas ações na região de Lisboa, à exceção de Catarina Martins e João Cotrim Figueiredo.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA afirmou hoje que o país “terá ordem” a partir de domingo e respondeu a quem considera que votar em si é “inútil”, como afirmou o almirante Gouveia e Melo.
O candidato presidencial André Ventura afirmou hoje que Luís Montenegro, ao entrar novamente na campanha, procura ser “o salva boias” [salva-vidas] de Espinho para tentar ajudar a campanha de Marques Mendes.