PSP registou mais de 3.500 infrações por uso indevido de sistemas de retenção

A Polícia de Segurança Pública (PSP) registou no ano passado 3.621 infrações relacionadas com a falta ou indevido uso de sistema de retenção, como o cinto de segurança e no transporte de crianças, segundo esta polícia.

© Facebook/PSP

Em comunicado, a PSP adianta que no ano passado realizou uma média de 66 operações por dia e fiscalizou 679.512 condutores.

No total foram contabilizadas 199.149 contraordenações, o que equivale a uma média de cerca de 544 infrações por dia.

Dessas infrações, 2.677 sucederam por falta do uso do cinto de segurança e 944 por não utilização ou utilização indevida dos sistemas de retenção, nomeadamente das cadeirinhas.

De acordo com a PSP, embora a falta de uso do cinto de segurança ou de outros sistemas de retenção não seja um fator diretamente associado à causa dos acidentes de viação, pode repercutir-se no aumento do número de feridos e de vítimas mortais.

“O uso da cadeirinha, para além de obrigatório, é essencial para prevenir consequências gravosas na sequência de acidentes de viação. A utilização correta de cadeirinha homologada e adaptada ao tamanho e peso da criança pode reduzir em mais de 60% o risco de lesões (ou ferimentos) graves”, é referido na nota.

Segundo a PSP, em crianças até aos 4 anos, a utilização de uma cadeirinha voltada para trás, pode reduzir até 90% o risco de lesões graves ou de morte.

No âmbito da segurança e prevenção rodoviária, a PSP, através das equipas do Programa Escola Segura, tem vindo a desenvolver ações de sensibilização junto das escolas.

As ações visam contribuir para uma maior consciencialização dos mais jovens para os perigos associados aos comportamentos de risco ou práticas criminais nas estradas, quer enquanto condutores e na qualidade de ocupantes das viaturas.

Desde 2019 e até 2024, a PSP já realizou nas escolas, ao longo e todo o país, mais de 12.000 ações de sensibilização direcionadas para a segurança e prevenção rodoviária, nas quais são abordados os temas dos cintos de segurança e de outros sistemas de retenção.

Nestas ações foram já sensibilizados mais de 258.000 participantes de toda a comunidade escolar.

Últimas do País

Rede de burlões está a utilizar a imagem de André Ventura e o nome do CHEGA para pedir milhares de euros a emigrantes portugueses através de mensagens difundidas no WhatsApp. O caso já vai seguir para a Polícia Judiciária.
O presidente do CHEGA desafiou hoje o Governo a avançar com uma reforma da Justiça, indicando que o executivo poderá contar com o partido para esse dossiê.
Um incêndio no sítio dos Besteiros, na freguesia do Ameixial, em Loulé, está a mobilizar mais de 150 operacionais e obrigou ao corte da Estrada Nacional (EN) 2, em ambos os sentidos, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.
O líder do CHEGA disse hoje rejeitar a proposta de criação de uma Prestação Social Única (PSU) se o Governo não aceitar condicionar o acesso a apoios para os imigrantes sem descontos.
O Ministério Público pediu hoje a ida a julgamento do ex-presidente da Junta de Freguesia da Estrela e do recém-nomeado para a direção da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), no âmbito do processo Tutti Frutti.
O Ministério Público pediu hoje as especificações do ex-autarca de Gaia Eduardo Vitor Rodrigues (PS) a uma pena de prisão de quatro a seis anos, por alegadamente usar dinheiro do município para assistir aos jogos do FC Porto fora do país.
O debate instrutório do processo Tutti Frutti, que conta com 59 acusados de mais de quatro centenas de crimes de corrupção, prevaricação, branqueamento e tráfico de influência, começa hoje no Tribunal de Monsanto, em Lisboa.
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo considerou hoje que o modelo preditivo de temperaturas extremas desenvolvido na região tem sido uma "mais-valia" na proteção da população e na redução dos impactos das ondas de calor.
Dezassete concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco e Faro estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Duas pessoas foram burladas em cerca de 140 mil euros, através de fraudes associadas a investimentos em criptoativos, informou esta terça-feira a PSP, na sequência das queixas registadas na esquadra das Caldas da Rainha.