Dois arguidos acusados de esfaquear e agredir pai e filho em rixa em Aveiro

O Ministério Público (MP) de Aveiro acusou dois arguidos suspeitos de terem esfaqueado um jovem e agredido o pai deste numa rixa durante as festas populares de Mamodeiro, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP).

©D.R.

Segundo uma nota divulgada hoje na sua página na internet, a PGRP refere que um dos arguidos está acusado de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, e um crime de ofensa à integridade física qualificada, enquanto o outro responde por um crime de ofensa à integridade física simples.

Os factos criminosos ocorreram na madrugada de 27 de julho de 2024, cerca das 03h00, no recinto das festas de Mamodeiro, em Aveiro.

A acusação do MP refere que, quando as vítimas deixavam o local num veículo automóvel, os arguidos não deixaram a vítima que estava do lado do pendura fechar a porta e, quando este reagiu para forçar o fecho da porta, um dos arguidos desferiu vários golpes com uma navalha no corpo da vítima, mais concretamente no lado esquerdo das regiões torácica e abdominal e na face posterior da coxa esquerda deste.

Ao aperceber-se do que estava a acontecer ao filho, o pai envolveu-se em confronto físico com o agressor para lhe tentar retirar a navalha, acabando também por ser esfaqueado junto ao joelho.

Quando esta vítima caiu ao chão, o outro arguido, que, entretanto, ali permanecera, “empregando toda a sua força física, desferiu-lhe um pontapé nas costas”, refere a mesma nota.

Segundo a Procuradoria, o arguido ao qual foram imputados os crimes mais graves, permanece sujeito à medida de coação de Obrigação de Permanência na Habitação com Vigilância Eletrónica.

Últimas do País

Cerca de 1.600 clientes, a maioria da região de Leiria, ainda não têm serviços fixos de comunicações, quase seis meses após a depressão Kristin ter atingido gravemente este território, informou hoje a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
O Ministério Público vai recorrer da absolvição do ex-banqueiro Ricardo Salgado e restantes arguidos num processo relacionado com a alegada corrupção de um antigo vice-presidente do Banco do Brasil, garantiu hoje a Procuradoria-Geral da República.
O presidente do CHEGA defendeu que a manutenção em funções do ministro da Administração Interna "coloca em causa o regular funcionamento das instituições", deixando apelos quer ao primeiro-ministro, quer ao Presidente da República para atuarem.
O presidente do CHEGA afirmou que "tudo correu mal" neste modelo de digitalização da correção dos exames e atribuiu a responsabilidade máxima ao ministro da Educação.
A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) aplicou uma coima de 160 mil euros à Vodafone para alterar unilateralmente as condições contratuais de 448.236 clientes, sem ter comunicado as alterações.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve no Porto um homem de 42 anos procurado pelas autoridades brasileiras para cumprir uma pena de prisão por suspeita de crimes sexuais contra crianças, informou hoje aquele órgão de polícia criminal.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, voltou a rejeitar a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o que levou a reações de agradecimento por parte de membros ligados a estas fações criminosas nas redes sociais.
A aprovação, no Parlamento, da proposta de lei que proíbe a ocultação integral do rosto em espaços públicos está a gerar reações entre islâmicos residentes em Portugal que afirmam usar burca. Em publicações nas redes sociais, vários dizem que vão abandonar o país caso a legislação entre efetivamente em vigor.
Uma mulher, estrangeira e na casa dos 30 anos, foi violada enquanto circulava de bicicleta junto à ria de Aveiro, em Vagos. O agressor, de 49 anos e com um longo historial de crimes sexuais, foi identificado pela Polícia Judiciária e ficou em prisão preventiva.
O partido liderado por André Ventura quer alterar a lei para impedir que autores de assaltos possam receber indemnizações quando ficam feridos ou morrem na sequência do crime. A proposta surge depois de vários casos mediáticos, entre eles o de um ladrão que foi indemnizado em 30 mil euros após ser atropelado pelo proprietário da casa que tinha acabado de assaltar.