Dois arguidos acusados de esfaquear e agredir pai e filho em rixa em Aveiro

O Ministério Público (MP) de Aveiro acusou dois arguidos suspeitos de terem esfaqueado um jovem e agredido o pai deste numa rixa durante as festas populares de Mamodeiro, informou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP).

©D.R.

Segundo uma nota divulgada hoje na sua página na internet, a PGRP refere que um dos arguidos está acusado de um crime de homicídio qualificado, na forma tentada, e um crime de ofensa à integridade física qualificada, enquanto o outro responde por um crime de ofensa à integridade física simples.

Os factos criminosos ocorreram na madrugada de 27 de julho de 2024, cerca das 03h00, no recinto das festas de Mamodeiro, em Aveiro.

A acusação do MP refere que, quando as vítimas deixavam o local num veículo automóvel, os arguidos não deixaram a vítima que estava do lado do pendura fechar a porta e, quando este reagiu para forçar o fecho da porta, um dos arguidos desferiu vários golpes com uma navalha no corpo da vítima, mais concretamente no lado esquerdo das regiões torácica e abdominal e na face posterior da coxa esquerda deste.

Ao aperceber-se do que estava a acontecer ao filho, o pai envolveu-se em confronto físico com o agressor para lhe tentar retirar a navalha, acabando também por ser esfaqueado junto ao joelho.

Quando esta vítima caiu ao chão, o outro arguido, que, entretanto, ali permanecera, “empregando toda a sua força física, desferiu-lhe um pontapé nas costas”, refere a mesma nota.

Segundo a Procuradoria, o arguido ao qual foram imputados os crimes mais graves, permanece sujeito à medida de coação de Obrigação de Permanência na Habitação com Vigilância Eletrónica.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.