Macron realiza visita de Estado a Portugal entre 27 e 28 de fevereiro

O Presidente francês, Emmanuel Macron, vai realizar uma visita de Estado a Portugal entre 27 e 28 de fevereiro, com programa em Lisboa e no Porto, divulgou hoje o Presidente da República Portuguesa.

“A convite do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente da República de França, Emmanuel Macron, realizará uma visita de Estado a Portugal nos dias 27 e 28 de fevereiro. O programa desenrolar-se-á em Lisboa e no Porto”, lê-se numa nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

Na semana passada, já tinha sido divulgado pelo porta-voz da conferência de líderes parlamentares que Emmanuel Macron irá discursar numa sessão solene de boas-vindas na Assembleia da República, em 27 de fevereiro, na qual estarão presentes o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro.

O porta-voz da conferência de líderes, Jorge Paulo Oliveira, referiu que na história recente das relações franco-portuguesas sempre que se realizou uma visita de Estado de um Presidente de França a Portugal houve uma sessão solene na Assembleia da República, apontando como exemplos as visitas de Estado de François Mitterrand, Jacques Chirac, e Giscard d’Estaing.

Na sessão solene de 27 de fevereiro, além do discurso de Emmanuel Macron, está prevista uma intervenção do presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, estarão presentes, mas, pelo protocolo destas cerimónias no parlamento, não discursam.

Em abril de 2022, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou um “abraço de felicitações muito caloroso” a Emmanuel Macron pela sua reeleição nas presidenciais francesas, em que defrontou Marine Le Pen, da direita radical, considerando que foi “uma vitória da União Europeia” e “uma vitória contra a xenofobia”.

A anterior visita de Emmanuel Macron a Portugal foi em junho desse ano, para participar na Conferência dos Oceanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Lisboa.

Por sua vez, Marcelo Rebelo de Sousa esteve pela última vez em França em junho do ano passado, para assistir à cerimónia abertura dos Jogos Olímpicos de Paris.

Últimas de Política Nacional

O Ministério Público (MP) abriu um inquérito após denúncias de alegadas falsas assinaturas na lista de propositura da candidatura autárquica independente em Boticas, que foi rejeitada pelo tribunal e não foi a eleições.
O Ministério Público acaba de colocar um deputado socialista no centro de mais uma tempestade judicial: Rui Santos, ex-presidente da Câmara de Vila Real e atual deputado do PS, foi formalmente acusado de prevaricação e abuso de poder por alegadamente transformar a empresa municipal Vila Real Social numa peça de xadrez político ao serviço das suas ambições pessoais e partidárias.
A garantia é de Patrícia Almeida, mandatária nacional de André Ventura, deputada à Assembleia da República e militante fundadora do CHEGA. Para a dirigente, o recorde histórico de assinaturas “prova a força real do candidato” e mostra que “o país quer mudança e não teme assumir isso”. Patrícia Almeida assegura que Ventura é “o único capaz de defender os portugueses sem hesitações” e promete uma campanha firme, mobilizadora e “determinada a devolver Portugal aos portugueses”.
O oitavo debate das Presidenciais ficou hoje em suspenso. António José Seguro, candidato e antigo líder socialista, anunciou que não poderá marcar presença esta quinta-feira no duelo com João Cotrim Figueiredo, na RTP1, devido a um agravamento do seu estado de saúde.
No último dia do debate orçamental, André Ventura classificou o Orçamento do Estado como um documento “viciado e sem ambição”, acusando o Governo de manter a velha fórmula que, diz, tem destruído o país: mais impostos, mais burocracia e mais peso sobre quem trabalha.
Um despacho silencioso que entregou milhões ao Grupo Pestana e 22 escutas que ficaram na gaveta durante anos: dois episódios que voltam a colocar António Costa no centro de suspeitas políticas e judiciais.
O parlamento aprovou hoje o reforço da dotação orçamental do Tribunal Constitucional em 1,6 milhões de euros, por proposta do CHEGA, acedendo assim ao pedido feito pelos juízes do Palácio Ratton em audição parlamentar.
André Ventura deixou um recado direto ao país: Portugal deve condenar a Rússia, mas não enviará jovens portugueses para morrer na Ucrânia. O candidato presidencial exige clareza dos líderes políticos e garante que, se for eleito, evitará qualquer participação militar portuguesa no conflito.
O debate presidencial entre André Ventura e António José Seguro foi o mais visto da semana, superando largamente todos os restantes. No extremo oposto, o duelo entre Gouveia e Melo e João Cotrim de Figueiredo ficou no fundo da tabela, com a pior audiência registada.
André Ventura, presidente do CHEGA, marcou as comemorações do 25 de Novembro, defendendo o legado dos militares que travaram a deriva extremista e reafirmando que Portugal deve celebrar quem garantiu a liberdade e não quem tentou destruí-la.