PSP sensibiliza alunos para discurso de ódio, perseguição e IA

Discurso de ódio, conteúdos eróticos e perseguição ou Inteligência Artificial (IA) são temas das ações de sensibilização para 2025 da PSP em escolas do 1º ciclo ao ensino secundário no âmbito de uma parceria com a Fundação MEO.

© Facebook/PSP

A Polícia de Segurança Publica (PSP) informou, em comunicado, que a Fundação MEO renovou o protocolo de cooperação no âmbito do Programa Comunicar em Segurança 2025, uma parceria que desde 2015 gerou cerca 14 mil ações nas quais participaram cerca de 346 mil alunos.

O objetivo do Programa Comunicar em Segurança é o de sensibilizar para a utilização responsável das tecnologias e telecomunicações nas escolas.

Este ano o programa inclui a Inteligência Artificial (IA) como nova temática, que se junta a outros temas como a privacidade e segurança digital, notícias falsas, aliciamento online, conteúdos eróticos e perseguição, jogos e dependência online, cibercrime, plataformas de ensino, discurso de ódio e ciberbullying.

Nas ações de sensibilização aos alunos os agentes da PSP utilizam conteúdos de formação, como tutoriais, jogos e brochuras digitais, bem como guiões de apoio para suporte em contexto de sala de aula.

A parceria integra-se no Programa Escola Segura, de âmbito nacional, que inclui os estabelecimentos de ensino não superior, públicos, privados e cooperativos, destinado a promover uma cultura de segurança nas escolas e fomentar o civismo e a cidadania, contribuindo para a afirmação da comunidade escolar enquanto espaço privilegiado de integração e socialização.

Últimas do País

O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.
O Ministério Público (MP) acusou 11 pessoas e 15 sociedades dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal, burla tributária e branqueamento, através da venda de veículos, componentes automóveis e deduções indevidas de IVA, segundo publicação hoje consultada pela Lusa.
O património imobiliário do PCP está avaliado em cerca de 14,5 milhões de euros, segundo dados divulgados, que identificam mais de 300 prédios associados ao partido. Entre compras, vendas e permutas, destaca-se um negócio em Aveiro que envolve um imóvel adquirido por 350 mil euros e uma permuta por cinco frações avaliadas em 800 mil euros, operação que foi alvo de investigação do Ministério Público.
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) apoiou 100 vítimas de 'bullying' em 2025, a maioria raparigas entre os 11 e os 14 anos, segundo dados divulgados hoje, Dia Mundial do Combate ao Bullying.
Um casal suspeito de burlar idosos em Silves através da simulação de acidentes de viação, exigindo dinheiro para reparar danos nos veículos, foi detido na segunda-feira pela GNR. Os suspeitos, ambos com 45 anos, convenciam as vítimas de que tinham provocado estragos nas viaturas e pressionavam-nas a pagar de imediato, evitando a comunicação do caso às autoridades ou às seguradoras.
As autoridades policiais apreenderam desde 01 de janeiro deste ano 42 toneladas de cocaína, mais 17 do que em todo o ano de 2025, revelou hoje o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).
Um esquema de tráfico internacional que utilizava filtros de água para esconder cocaína proveniente de um cartel colombiano terminou com condenações em tribunal. Segundo avança o Jornal de Notícias, os equipamentos eram utilizados para dissimular a droga e facilitar a sua importação.