Não está confirmado que esteja nos Açores criança eslovena desaparecida

A Polícia Judiciária (PJ) disse hoje à agência Lusa que não está confirmado que esteja nos Açores uma criança eslovena alegadamente raptada pela mãe há três anos, acrescentando que continuam a decorrer investigações a este caso.

© Facebook da PJ

Segundo a PJ, as diligências realizadas pelo Departamento de Investigação Criminal dos Açores “não confirmam, para já, a presença da menor e da sua mãe na Região Autónoma dos Açores (RAA)”, ressalvando que “não há registo de entrada na RAA”, nem de que “viajaram a partir de países terceiros para Portugal”.

Em declarações à Lusa, a PJ confirmou ainda “diligências realizadas pelo Departamento de Investigação Criminal dos Açores, no âmbito do inquérito aberto em 2024, e ainda em curso”.

Em causa está o desaparecimento de uma criança eslovena e da sua mãe, que se encontram desaparecidas há três anos, segundo denunciou uma reportagem da SIC.

A estação de televisão afirma que “há suspeitas de que a menor tenha sido raptada pela mãe e por um estranho culto espiritual, que se instalou nos Açores”.

O apartamento onde viviam na Eslovénia “permaneceu intacto, com os objetos pessoais intocados, mas sem passaportes e com levantamentos bancários registados nos dias anteriores”, de acordo com a SIC.

O pai da criança está convicto de que ela foi trazida para Portugal.

Entretanto, a Interpol já lançou um alerta para este desaparecimento.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.