Mais vagas de acesso ao ensino superior, com cursos de Educação Básica a subirem 20%

As universidades e institutos politécnicos oferecem este ano mais vagas nos concursos de acesso, disponibilizando 101.798 lugares em licenciaturas e mestrados integrados, segundo as listas divulgadas hoje que revelam um aumento de 20% em Educação Básica.

© Técnico Lisboa

Entre instituições privadas e públicas, os alunos terão este ano mais 1.647 lugares, segundo os dados disponibilizados pela Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Três em cada quatro vagas são abertas em instituições públicas, que este ano disponibilizam 76.818 lugares (mais 691 do que no ano passado), enquanto as instituições privadas decidiram abrir 24.980 lugares (mais 956 do que em 2024).

Este ano, as vagas são divulgadas dois meses mais cedo, permitindo aos alunos conhecer a oferta de cada instituição antes de se inscreverem para os exames nacionais do secundário.

No geral, volta a haver um ligeiro aumento de vagas, destacando-se os cursos que dão acesso à profissão de professor: As vagas nos ciclos de estudo de Educação Básica aumentaram 20%, passando agora a haver 1.197 vagas (mais 204 que no ano passado).

O Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) alterou o diploma que define as orientações e limites na fixação de vagas para acesso e ingresso na Educação Superior em 2025, dando carta aberta às instituições para aumentar as vagas dos ciclos de estudo de Educação Básica sem qualquer limite além do limite máximo de admissões.

Com a fixação das vagas hoje divulgadas, as Instituições de Educação Superior (IES) podem também agora aumentar as vagas dos mestrados de formação de professores.

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, já tinha revelado que haveria um aumento de lugares para os cursos que permitem aos alunos virem a ser professores, mas sem nunca avançar o número concreto, optando por dizer que também iria haver mais lugares para formar futuros médicos.

Os números hoje divulgados mostram que no próximo ano letivo haverá mais 130 vagas em Medicina do que no ano passado através dos concursos e regimes especiais de acesso, mas a maioria (86) será para estudantes internacionais que entrem através do concurso especial, uma possibilidade introduzida este ano pelo Governo “em resposta às solicitações das instituições”, sublinha a tutela.

“Para a disponibilização destes lugares adicionais, as instituições pediram aumentos do limite máximo de admissões, subindo o número total de vagas que podem ser oferecidas nos cursos de Medicina”, explica o MECI, garantindo que este aumento não prejudicou o número de vagas em Medicina através do Regime Geral de Acesso, que se mantém em 1.594.

No universo das cerca de 75 mil vagas das instituições públicas, 55.956 são fixadas através do Regime Geral de Acesso e as restantes 20.862 vagas são fixadas no conjunto dos concursos e regimes especiais de acesso.

Últimas do País

Capital reforçou patrulhamento depois de episódios de violência grave. Na Baixa do Porto, sindicato alerta para agressões, tentativas de violação e noites com reduzida presença policial.
Queixas começaram há cerca de dois meses e os utentes garantem que o problema se tem agravado. Cerca de 60 doentes passam diariamente pela sala, onde permanecem ligados às máquinas durante quatro horas. Hospital confirma a presença dos insetos e garante estar a tentar erradicar a praga.
Mais de mil bombeiros estavam às 08:00 envolvidos no combate aos quatro maiores incêndios ativos na região Norte, sendo os de Torre de Moncorvo, Arouca e Santo Tirso os que mobilizam mais meios, segundo fonte da proteção civil.
A GNR deteve o líder de uma rede internacional de tráfico de droga, na sequência de uma operação iniciada em 2026 e que tinha permitido prender cerca de 50 pessoas, anunciou hoje a corporação.
Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.