Preventiva para suspeito de violação e violência doméstica em São Miguel

Um homem ficou em prisão preventiva suspeito de violação agravada e de violência doméstica agravada contra a companheira, factos que terão ocorrido no início do mês, no concelho da Povoação, na ilha de São Miguel, nos Açores.

© D.R.

Segundo informação disponibilizada na página da Internet da Procuradoria da República da Comarca dos Açores, o homem está “indiciado pela prática de um crime de violação agravada, em concurso efetivo com um crime de violência doméstica agravada”.

A Procuradoria da República adianta que os factos “ocorreram, sobretudo, nos dias 07 e 09 de fevereiro de 2025, no interior da casa onde o arguido residia com a vítima, no concelho da Povoação”.

O juiz de Instrução Criminal aplicou ao arguido a medida de coação de prisão preventiva, por considerar que existe “forte perigo de continuação da atividade criminosa”, tendo em conta a “violência dos factos” e a “forma como nos últimos tempos tem tratado” a sua companheira, que “há cerca de dois meses teve de ser acolhida numa casa de abrigo e de onde saiu após ter sido ameaçada pelo arguido”.

Ainda segundo a informação divulgada pela Procuradoria da República, o “histórico permite antever a ocorrência de outros episódios”, já que o arguido “tem uma personalidade especialmente agressiva”.

No relacionamento com a companheira tem apresentado “um estado de descontrolo comportamental”, refere.

A decisão de prisão preventiva é ainda justificada tendo em conta os “antecedentes criminais” do arguido pela prática de “vários ilícitos contra as pessoas, nomeadamente pelo crime de violência doméstica, pelo qual cumpriu penas de prisão efetiva” e “o perigo de perturbação do inquérito, caso se mantivesse em liberdade”, lê-se na nota, acrescentando que a investigação prossegue.

Últimas do País

Desde 2022, 928 vítimas de violência doméstica receberam o subsídio de reestruturação familiar, destinado a compensar a perda temporária de rendimentos decorrente do afastamento do agressor, revelou hoje o Instituto da Segurança Social (ISS).
As aulas presenciais no Centro de Formação de Portalegre da GNR foram hoje retomadas, mas a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) alertou que mantém-se nas instalações uma praga de percevejos.
A recomendação é garantir a cobrança dos cuidados faturáveis a cidadãos estrangeiros não residentes. O problema é que os hospitais não conseguem determinar antecipadamente quanto custa cada episódio de urgência.
Três homens de nacionalidade estrangeira, com 26, 31 e 32 anos, são suspeitos de receber diferentes tipos de droga através de encomendas postais, preparar doses individuais e vendê-las diretamente aos consumidores. Ficaram em prisão preventiva.
Portugal tinha no final de 2025 um total de 1.585.854 cidadãos estrangeiros a residir no país, mais 38 mil que no ano anterior, anunciou hoje a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).
Uma mulher, de 40 anos, detida a 14 de setembro por suspeita de esfaquear o companheiro em Aveiro vai aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje a PSP.
Mais de 80 concelhos de nove distritos de Portugal continental estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, num dia em que as temperaturas máximas vão continuar acima dos 30 graus na generalidade do território, segundo o IPMA.
Álcool ao volante, permanência ilegal em Portugal, armas proibidas, droga e documentos falsificados. Uma operação especial da GNR realizada nos concelhos de Grândola, Moita e Sesimbra terminou com 16 pessoas detidas, 60 autos de contraordenação e várias apreensões.
Homem de 33 anos era procurado pelas autoridades brasileiras para cumprir cinco anos de prisão pelo sequestro da ex-companheira, mãe dos seus filhos. O crime ocorreu em 2017 e o suspeito refugiou-se em Portugal em 2022, depois de ter conhecimento da acusação. Foi agora localizado e detido pela PJ na Guarda.
Mulher é suspeita de ter incendiado uma maca nas Urgências do Hospital de Santa Maria e, depois de abandonar o local, uma viatura estacionada no parque da unidade hospitalar. A Polícia Judiciária deteve a paciente após esta ter recebido alta.