Outdoors do CHEGA vandalizados em Lisboa

No dia seguinte à rejeição da moção de confiança apresentada pelo Governo, o partido CHEGA lançou novos outdoors com mensagens alusivas à corrupção em Portugal, contudo, estes foram vandalizados em menos de 24 horas.

© Folha Nacional

Vários outdoors do CHEGA, espalhados por diferentes zonas da cidade de Lisboa, foram alvo de vandalismo na noite da última quarta-feira, sendo que esta não é a primeira vez que os outdoors do partido são vandalizados, mas nunca tal tinha ocorrido de forma tão “rápida e orquestrada”.

O Presidente do CHEGA, André Ventura, reagiu de imediato, avançando ao Correio da Manhã (CM) que o partido irá apresentar queixa às autoridades, estimando que os prejuízos ultrapassam milhares de euros.

“Vamos estar vigilantes. Neste momento, vamos comunicar esta situação às autoridades e utilizar todos os meios disponíveis para impedir que algo semelhante volte a acontecer”, declarou Ventura, manifestando receio de que situações similares possam repetir-se, especialmente com a aproximação da campanha eleitoral para as legislativas.

Em algumas das zonas onde os cartazes foram danificados, foi possível ler a frase “25 de Abril sempre” escrita por baixo dos mesmos — uma clara alusão ao símbolo da Revolução dos Cravos, reforçando a teoria de André Ventura de que se tratou de uma ação de “vandalização simultânea”, que “foi orquestrada e planeada. Não poderia ter acontecido de outra forma”.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA garantiu a aprovação de um conjunto de alterações profundas ao modelo de mobilidade aérea para as Regiões Autónomas, numa decisão que o partido considera essencial para pôr fim às falhas que têm marcado o acesso às ligações entre o continente, a Madeira e os Açores.
O presidente do CHEGA revelou hoje que não foi possível chegar a acordo sobre a lei da nacionalidade e vai avançar com “propostas próprias e autónomas”, acusando o PSD de não conseguir “ser menos socialista do que os socialistas”.
O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.
O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, arguido no processo relacionado com despesas em almoços de dirigentes municipais, afirmou que “odeia o que André Ventura representa”.
A Câmara Municipal de Matosinhos adjudicou, por ajuste direto, um contrato à sociedade de advogados Vieira de Almeida, onde a filha da presidente socialista da autarquia, Luísa Salgueiro, exerce funções como advogada estagiária.
A repressão dos protestos no Irão chegou ao Parlamento português. O CHEGA apresentou uma proposta que recomenda ao Governo a expulsão do embaixador iraniano em Portugal, acusando o regime de Teerão de violar direitos fundamentais e reprimir violentamente manifestações pró-democracia.
O CHEGA vai indicar Rui Gomes da Silva para o Conselho Superior da Magistratura e Fernando Silva para o Conselho Superior do Ministério Público, ambos membros do "Governo sombra" do partido, indicou hoje André Ventura.
O líder do CHEGA revelou hoje que chegou a acordo com o PSD sobre as eleições para os órgãos externos e anunciou que os dois partidos vão apresentar uma lista conjunta de candidatos ao Conselho de Estado.
O CHEGA apresentou no Parlamento um projeto de lei que pretende restringir a realização de celebrações muçulmanas em espaços públicos e impor novas regras no financiamento e construção de novas mesquitas no país.