Outdoors do CHEGA vandalizados em Lisboa

No dia seguinte à rejeição da moção de confiança apresentada pelo Governo, o partido CHEGA lançou novos outdoors com mensagens alusivas à corrupção em Portugal, contudo, estes foram vandalizados em menos de 24 horas.

© Folha Nacional

Vários outdoors do CHEGA, espalhados por diferentes zonas da cidade de Lisboa, foram alvo de vandalismo na noite da última quarta-feira, sendo que esta não é a primeira vez que os outdoors do partido são vandalizados, mas nunca tal tinha ocorrido de forma tão “rápida e orquestrada”.

O Presidente do CHEGA, André Ventura, reagiu de imediato, avançando ao Correio da Manhã (CM) que o partido irá apresentar queixa às autoridades, estimando que os prejuízos ultrapassam milhares de euros.

“Vamos estar vigilantes. Neste momento, vamos comunicar esta situação às autoridades e utilizar todos os meios disponíveis para impedir que algo semelhante volte a acontecer”, declarou Ventura, manifestando receio de que situações similares possam repetir-se, especialmente com a aproximação da campanha eleitoral para as legislativas.

Em algumas das zonas onde os cartazes foram danificados, foi possível ler a frase “25 de Abril sempre” escrita por baixo dos mesmos — uma clara alusão ao símbolo da Revolução dos Cravos, reforçando a teoria de André Ventura de que se tratou de uma ação de “vandalização simultânea”, que “foi orquestrada e planeada. Não poderia ter acontecido de outra forma”.

Últimas de Política Nacional

O Ministério Público do Porto abriu um novo inquérito para investigar uma alegada discrepância entre o custo da casa em Espinho do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e as faturas emitidas pelos empreiteiros, noticia o Expresso.
O CHEGA apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que prevê o fim da subvenção mensal vitalícia atribuída a antigos titulares de cargos políticos, através de um processo de redução progressiva do benefício ao longo de três anos, seguido da sua extinção definitiva.
O partido levou ao Parlamento uma proposta que limita a exibição de símbolos em edifícios públicos aos emblemas oficiais do Estado, afastando bandeiras ideológicas, LGBT ou associativas e reacendendo o debate sobre neutralidade, identidade e liberdade simbólica nos espaços públicos.
André Ventura, presidente do CHEGA, considera que o diploma do PSD sobre menores nas plataformas digitais é mais um passo na tentativa de controlar o pensamento e condicionar o futuro das próximas gerações.
A Transparência Internacional Portugal (TIP) contestou na quarta-feira as afirmações do Ministério da Justiça sobre avaliação das políticas anticorrupção em Portugal, e critica a ausência de uma nova Estratégia Nacional Anticorrupção (ENAC), que já deveria estar em execução.
Governo e os partidos chegaram hoje a um consenso para adiar o debate quinzenal parlamentar com a presença do primeiro-ministro, previsto para sexta-feira, para o próximo dia 19, disseram à agência Lusa fontes parlamentares.
PSD e PS avançam com um pacote legislativo que reforça a regulação das plataformas digitais e impõe novas restrições ao acesso às redes sociais por menores, fixando os 16 anos como idade mínima para utilização autónoma.
O Governo requereu esta quinta-feira, 12 de fevereiro, ao presidente da Assembleia da República novo adiamento do debate quinzenal com o primeiro-ministro, previsto para sexta-feira, devido ao agravamento da situação na região centro em consequência das condições meteorológicas extremas.
O CHEGA, o maior partido da oposição, apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa reforçar significativamente o regime de perda de bens, instrumentos e vantagens resultantes de atividade criminosa, defendendo que o Estado deve ser mais eficaz a retirar ao crime organizado os meios financeiros que o sustentam.
O presidente do CHEGA defendeu hoje que um ministro não deve sair “quando as pessoas mais precisam dele” e considerou que a demissão de Maria Lúcia Amaral “no meio de uma catástrofe é sinal de desorientação”.