Outdoors do CHEGA vandalizados em Lisboa

No dia seguinte à rejeição da moção de confiança apresentada pelo Governo, o partido CHEGA lançou novos outdoors com mensagens alusivas à corrupção em Portugal, contudo, estes foram vandalizados em menos de 24 horas.

© Folha Nacional

Vários outdoors do CHEGA, espalhados por diferentes zonas da cidade de Lisboa, foram alvo de vandalismo na noite da última quarta-feira, sendo que esta não é a primeira vez que os outdoors do partido são vandalizados, mas nunca tal tinha ocorrido de forma tão “rápida e orquestrada”.

O Presidente do CHEGA, André Ventura, reagiu de imediato, avançando ao Correio da Manhã (CM) que o partido irá apresentar queixa às autoridades, estimando que os prejuízos ultrapassam milhares de euros.

“Vamos estar vigilantes. Neste momento, vamos comunicar esta situação às autoridades e utilizar todos os meios disponíveis para impedir que algo semelhante volte a acontecer”, declarou Ventura, manifestando receio de que situações similares possam repetir-se, especialmente com a aproximação da campanha eleitoral para as legislativas.

Em algumas das zonas onde os cartazes foram danificados, foi possível ler a frase “25 de Abril sempre” escrita por baixo dos mesmos — uma clara alusão ao símbolo da Revolução dos Cravos, reforçando a teoria de André Ventura de que se tratou de uma ação de “vandalização simultânea”, que “foi orquestrada e planeada. Não poderia ter acontecido de outra forma”.

Últimas de Política Nacional

João Cotrim Figueiredo é acusado de assédio por uma ex-assessora, mas nega tudo. A denúncia foi feita nas redes sociais.
O candidato presidencial André Ventura afirmou hoje que o tratado entre a União Europeia e o Mercosul será “a última pedra na sepultura” da agricultura nacional, criticando Marcelo por não se ter posicionado junto ao Governo.
A mais recente tracking poll da Pitagórica para a CNN Portugal mostra o candidato do CHEGA como o nome mais apontado como favorito pelos portugueses para vencer as Presidenciais de 2026, com António José Seguro e Marques Mendes empatados atrás de Ventura.
André Ventura alertou para uma realidade que considera inaceitável na saúde pública portuguesa: falta de macas, doentes no chão e improviso nas urgências. Para o candidato presidencial, estes episódios mostram um SNS sem respostas para situações básicas.
O candidato presidencial e líder do CHEGA remeteu hoje para “a consciência” do presidente do PSD e primeiro-ministro uma decisão sobre um eventual apoio à sua candidatura, num cenário de segunda volta que o opôs a António José Seguro.
O número de eleitores recenseados para as eleições de 18 de janeiro é de 11.039.672, mais 174.662 votantes do que nas presidenciais de 2021, segundo a atualização final do recenseamento eleitoral.
Sem voto postal e com queixas de boletins que não chegam, um em cada seis eleitores pode ficar fora das presidenciais. A Folha Nacional sabe que cidadãos portugueses no estrangeiro estão a alertar para falhas no processo.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA lamentou hoje a “inoportunidade” do Conselho de Estado, no qual vai participar, e onde pretende transmitir ao Presidente da República que devia ter tido uma “ação firme” com o Governo na saúde.
O presidente da República promulgou, esta quinta-feira, o diploma que prevê a centralização dos serviços de urgência externa no Serviço Nacional de Saúde (SNS), as chamadas urgências de âmbito regional.
O candidato presidencial André Ventura afirmou que o primeiro-ministro ignorar um pedido de demissão de um ministro feito pelo Presidente da República resultaria num “cenário de conflito aberto”.