Insultos são a normalidade para o líder da Iniciativa Liberal

A Iniciativa Liberal (IL) e o seu líder, Rui Rocha, têm-se posicionado como defensores do respeito e da liberdade de expressão, no entanto, o partido tem estado frequentemente envolvido em polémicas relacionadas com insultos.

© Folha Nacional

Um exemplo disso ocorreu em 2022, quando Jorge Pires, membro do grupo de coordenação do Núcleo Territorial da IL de Cascais, se referiu a António Costa como “monhé”.

“O monhé ficou bravo, deve ter sido pelos negócios do marido da amiga e pelo estado em que tem o país dele, que é um espetáculo, e achou por bem ir buscar espantalhos ingleses. Nunca mudes, que há ainda muito otário disponível para votar em ti”, escreveu Jorge Pires na rede social X (antigo Twitter).

Este tipo de comportamento parece ser recorrente dentro da IL, uma vez que, no Instagram, o partido respondeu ao comentário de um seguidor que se dizia desiludido com o partido com: “woke é a tua prima”.

Talvez se tenham inspirado no seu líder, Rui Rocha, conhecido pelos seus tweets insultuosos dirigidos a várias figuras da política. Um exemplo disso é a publicação que fez em 2021: “Petição para levar Eduardo Cabrita ao Panteão em vida” — uma referência polémica, dado que o Panteão Nacional é o local onde estão sepultadas figuras ilustres da história do país.

Palavras como “merd*”, “filhos da put*” e “palerma” são apenas alguns dos insultos que se encontram facilmente numa pesquisa pelo perfil de Rui Rocha na rede social X.

A contradição entre a defesa pelo respeito e os frequentes episódios de desrespeito levanta questões sobre a coerência da IL no debate político.

Últimas de Política Nacional

É a André Ventura que os inquiridos da sondagem da Aximage atribuem o título de principal figura da oposição ao Governo em Portugal.
Questionados sobre a carta que o Líder do CHEGA endereçou ao Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, tendo como objeto a demissão do ministro Luís Neves, 59% dos inquiridos da sondagem Aximage afirmam concordar com a posição e atuação de André Ventura.
O CHEGA voltou a exigir fronteiras controladas perante a invasão migratória registada em Ceuta, onde cerca de 49 mil imigrantes entraram ilegalmente em apenas 24 horas, um número que poderá ser ainda mais elevado. Para André Ventura, a Europa tem de travar a imigração ilegal e recuperar imediatamente o controlo das suas fronteiras. “Temos de proteger o país”, afirmou o presidente do partido líder da oposição em Portugal.
Na mais recente sondagem da Aximage, o CHEGA volta a subir para valores históricos, consolidando-se como segunda força política, com 26,2% das intenções de voto.
O Governo vai avançar com seis milhões de euros para financiar projetos especificamente dirigidos às comunidades ciganas, ao mesmo tempo que milhares de famílias trabalhadoras portuguesas continuam a enfrentar salários baixos, dificuldades no acesso à habitação, longas listas de espera no Serviço Nacional de Saúde e uma carga fiscal cada vez mais pesada.
O CHEGA deu entrada de um requerimento para a convocação urgente da Comissão Permanente da Assembleia da República, com vista à audição do Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e da Ministra da Justiça.
Com 132 projetos de lei apresentados na primeira sessão legislativa, a bancada de André Ventura tornou-se a mais produtiva da Assembleia da República. O CHEGA entregou o dobro das iniciativas do PS e superou, de forma destacada, todos os restantes partidos com representação parlamentar.
Para o CHEGA, o Estado não pode continuar a privilegiar quem “não quer fazer nada”, defendendo, por isso, a criação de um “plano nacional de combate à subsidiodependência”.
Líder do CHEGA acusa Luís Montenegro de ignorar os problemas dos portugueses, questiona a confiança política no ministro da Administração Interna e afirma que o Governo está em “acelerada decomposição”.
O presidente do CHEGA disse esperar ter uma conversa com o primeiro-ministro sobre as alegadas ameaças do ministro da Administração Interna (MAI), negadas pelo próprio, e vai convocar os órgãos nacionais para decidir eventuais ações.