Marcelo diz que ser português ou imigrante é a mesma coisa e que não há portugueses puros

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhou hoje, durante o discurso oficial das comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que não faz sentido hierarquizar pessoas com base na nacionalidade ou origem.

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“Não há quem possa dizer que é mais puro e mais português do que outro”, afirmou, numa clara crítica ao nacionalismo.

O Chefe de Estado criticou os discursos nacionalistas crescentes em toda a Europa e realçou que Portugal sempre foi um “país de pontes”, caracterizado pela capacidade de “conviver com todos”, de “falar línguas”, de “entender climas e usos”, reforçando que ser português é, antes de tudo, um sentir universal.

No encerramento da cerimónia em Lagos, o Presidente da Republica afirmou: “Nós somos portugueses porque somos universais e somos universais porque somos portugueses”, reforçando a sua visão de uma identidade baseada na acolhimento, diversidade e abertura global.

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O partido liderado por André Ventura pediu explicações em novembro do ano passado sobre a escalada dos preços dos alimentos. O requerimento foi aprovado, mas meses depois a Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA) ainda não apareceu, num momento em que o custo do cabaz alimentar continua a subir e a pressionar as famílias.
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Meses depois da passagem da tempestade Kristin, algumas estradas da região Centro continuam com problemas de circulação. Entre árvores derrubadas, sinalização danificada e equipamentos destruídos, há troços rodoviários que ainda apresentam constrangimentos para quem ali circula diariamente.