Sobe para 168 número final de mortos no incêndio de novembro em Hong Kong

O número de mortos no incêndio que destruiu um complexo residencial em Hong Kong no final de novembro subiu para 168, anunciaram hoje as autoridades, confirmando tratar-se do balanço final após a conclusão das operações de identificação.

© D.R.

O chefe da segurança de Hong Kong, Chris Tang, informou que “todos os restos mortais e corpos encontrados no local foram identificados” e que não existem pessoas dadas como desaparecidas.

A polícia informou em comunicado que os trabalhos de identificação e os exames forenses foram oficialmente concluídos.

O balanço anterior apontava para 161 mortos, tendo sido entretanto revisto em alta para 168, com a finalização das análises laboratoriais.

Entre as vítimas contam-se 110 mulheres e 58 homens, com idades compreendidas entre os seis meses e os 98 anos.

O incêndio é considerado o mais mortífero em edifícios residenciais em todo o mundo desde 1980.

As chamas consumiram rapidamente sete das oito torres do complexo, que se encontrava em obras de remodelação e estava coberto por redes de proteção de qualidade inferior, um fator que poderá ter contribuído para a rápida propagação do fogo.

Chris Tang afirmou que os nomes das vítimas não serão divulgados nesta fase, por respeito às famílias enlutadas.

As autoridades criaram uma comissão independente, presidida por um juiz, para investigar as causas e eventuais responsabilidades pelo incêndio.

A polícia indicou que a investigação criminal continua em curso e que será apresentado um relatório aos tribunais.

Na quarta-feira, o chefe do Executivo de Hong Kong, John Lee, revelou que 16 pessoas foram detidas por suspeita de homicídio voluntário no âmbito do caso.

Outras seis pessoas foram detidas por suspeita de fraude, segundo o mesmo responsável.

Lee acrescentou ainda que a Comissão Independente Contra a Corrupção (ICAC) deteve 14 pessoas por suspeitas de corrupção relacionadas com o incêndio e com o processo de obras no complexo residencial.

 

Últimas do Mundo

O número de mortos no incêndio que destruiu um complexo residencial em Hong Kong no final de novembro subiu para 168, anunciaram hoje as autoridades, confirmando tratar-se do balanço final após a conclusão das operações de identificação.
Espanha recebeu no ano passado 97 milhões de turistas internacionais, mais 3,5% do que em 2024 e um recorde nos registos do país, segundo uma estimativa oficial divulgada hoje pelo Governo.
A rede social X anunciou na quarta-feira que implementou medidas para impedir que a sua ferramenta de inteligência artificial Grok dispa "pessoas reais", em resposta às críticas e à pressão das autoridades de vários países.
A autoridade suíça da concorrência anunciou hoje que abriu uma investigação contra a ‘gigante’ americana Microsoft relativamente ao preço das suas licenças.
Portugal determinou na quarta-feira o encerramento temporário da embaixada no Irão, quando ocorrem manifestações massivas contra o regime iraniano, anunciou hoje o Ministério dos Negócios português.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou hoje que 2025 foi um dos três anos mais quentes desde que há registos.
A Google atualizou a sua política de controlo parental para que os pais tenham de dar o seu consentimento antes que um menor possa desativar a supervisão parental gerida pelo ‘Family Link’ na sua conta Google.
A coproprietária do bar La Constellation, na estância de esqui suíça Crans-Montana, onde morreram 40 pessoas num incêndio em 01 de janeiro, incluindo uma portuguesa, ficou hoje em liberdade condicional, decidiu o tribunal do cantão de Valais.
A Tailândia recebeu, no ano passado, 57.497 turistas portugueses, um aumento de 4,93% em relação a 2024, o que constitui um recorde, de acordo com dados hoje divulgados.
Uma segunda volta nas presidenciais implica novos boletins de voto, mas alguns emigrantes portugueses poderão ter de fazer a sua escolha nos boletins da primeira volta, se os novos não chegarem a tempo, segundo fonte oficial.