Numa mensagem à população de Oleiros deixada nas redes sociais, Miguel Marques disse estar em contacto permanente com as E-Redes e com as operadoras de comunicações móveis, mas realça que a “situação é muito difícil, apesar das equipas estarem no terreno”.
“Praticamente todas as freguesias estão sem energia, com exceção de algumas zonas da vila de Oleiros e em alguns arredores da sede do concelho”.
A autarca sublinha ainda que as comunicações são praticamente inexistentes em todas as freguesias, sendo a exceção a vila de Oleiros, ainda assim com “alguma instabilidade”.
“O resultado da passagem da depressão Kristin pelo concelho é devastador”, refere.
Os bombeiros de Oleiros e os funcionários do município não estão no terreno e procuram-no em todos os lugares.
Segundo Miguel Marques, a Unidade Móvel de Saúde também está no terreno, a passar por todas as freguesias para prestar apoio à população.
Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fechamentos de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do tempo.
Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade entre as 00h00 de quarta-feira até às 23h59 do dia 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, número que pode aumentar.