CHEGA desta Manipulação

CHEGA. Literalmente CHEGA desta manipulação, deste insulto fácil, desta tentativa vergonhosa de silenciar quem pensa diferente com rótulos falsos e perigosos. Sempre que alguém defende os portugueses primeiro, é chamado de fascista. Sempre que alguém exige ordem, justiça e soberania nacional, é acusado de extremismo. Mas quem são, afinal, os verdadeiros radicais?

É preciso dizer com toda a clareza: o CHEGA não é fascista. Não temos milícias, não defendemos ditaduras, não queremos censura nem um Estado totalitário. Lutamos dentro da democracia, com as regras da democracia, pelo bem dos portugueses que foram abandonados por décadas de socialismo incompetente, corrupção descarada e políticas globalistas que envergonham Portugal.

O CHEGA defende a liberdade de expressão — mesmo quando ela incomoda. Defende eleições livres, a economia de mercado e o direito de cada cidadão a ser dono do seu trabalho e do seu destino. Defendemos a Justiça, a Autoridade, o Merecimento, o respeito pelos valores nacionais e pela nossa identidade cultural. Tudo isto, sim, com coragem e sem pedir desculpa por existir.

Quem nos acusa de fascismo ou não sabe o que está a dizer ou está a agir de má-fé. Porque o fascismo verdadeiro — o histórico, o que existiu — foi antiliberal, autoritário, totalitário e expansionista. Foi contra partidos, contra a liberdade, contra tudo o que hoje está garantido na nossa Constituição. Nada disto está no programa do CHEGA.

Mas o que faz o CHEGA que tanto incomoda a esquerda? O CHEGA diz o que os outros não têm coragem de dizer. Denuncia a imigração descontrolada, os abusos do Estado Social, a inversão de valores e a decadência moral imposta por uma elite política e mediática desligada do povo. O CHEGA respeita a polícia, valoriza o trabalho, protege os idosos e as famílias portuguesas. E, sobretudo, ouve quem trabalha e paga impostos, em vez de andar a agradar lobbies e minorias barulhentas.

É por isso que nos chamam de fascistas. Porque têm medo. Medo de que o povo acorde. Medo de que a verdade ultrapasse a propaganda. Medo de perder o monopólio da moral e do discurso político. Mas o tempo deles está a acabar. E eles sabem disso.
Somos um partido de ordem, justiça e soberania. Defendemos um Portugal livre, seguro e com futuro. Não queremos guerras nem ditaduras — queremos um Estado que funcione, uma Justiça que não proteja criminosos, e uma Nação que volte a ter orgulho em si mesma. Somos patriotas. Somos trabalhadores. Somos livres.

É curioso como os que nos acusam de fascismo, muitas vezes, são os mesmos que defendem ditaduras comunistas, regimes totalitários e censura às opiniões que não encaixam na sua cartilha ideológica. São os mesmos que se calam perante a violência da extrema-esquerda, os ataques à polícia e os insultos à Igreja e às tradições do povo. Esses, sim, têm medo da liberdade.
A nossa luta é difícil, mas é justa. Porque enquanto os outros se ajoelham perante Bruxelas ou se vendem por um tacho, o CHEGA está ao lado de quem acorda cedo, paga contas e quer um futuro melhor para os filhos. E é por isso que estamos a crescer. Porque não temos medo da verdade, nem vergonha de defender Portugal.

Chamam-nos fascistas. Nós respondemos com propostas, com presença, com coragem. E cada insulto que nos lançam, cada mentira que repetem, só mostra que estamos no caminho certo. Porque quem mais incomoda o sistema, é quem mais o ameaça.
O CHEGA não é fascismo. O CHEGA é Portugal acordado. E quando Portugal acorda, ninguém o pára.

É este o caminho que escolhemos: estar do lado certo da História, sem medo e sem máscaras. Contra o politicamente correto, contra a mentira institucionalizada, contra os que se alimentam do silêncio e da censura. O CHEGA é a voz que incomoda, mas é também a esperança que cresce. E por muito que nos tentem calar com rótulos gastos, já não nos param. Portugal merece mais — e estamos aqui para o provar.

Artigos do mesmo autor

Nos últimos dias, assistimos a mais uma polémica fabricada em torno de um discurso de André Ventura, desta vez por ter usado um camuflado oferecido por antigos combatentes. Não demorou para surgirem os habituais comentadores, juristas de ocasião e moralistas seletivos a gritar “ilegalidade”, como se o simples uso de uma peça de roupa fosse, […]

Durante anos disseram-nos que não podíamos falar. Que levantar dúvidas era “ódio”. Que exigir regras era “falta de humanidade”. Que defender o nosso país era “radicalismo”. Hoje, a realidade começa finalmente a impor-se, e aquilo que muitos de nós denunciámos durante anos já não pode ser escondido debaixo do tapete. A Europa está a acordar. […]

Nos últimos meses, a Europa tem mostrado ao mundo um lado que muitos fingiram não ver: o desprezo crescente pelos agricultores, pelos produtores, por aqueles que verdadeiramente alimentam as nações. Em França, Itália, Bélgica, Holanda, Alemanha, repetem-se as mesmas imagens: polícias de choque, ordens vindas de gabinetes distantes, decisões impostas sem diálogo, medidas sanitárias que […]

A minha mãe tem noventa anos. Caiu, magoou-se no braço e foi levada ao hospital de Fafe. Chegou às duas da tarde e o hospital não tinha sequer uma tala. Improvisaram com um cartão. Um cartão! Como se um pedaço de cartão pudesse substituir a dignidade, a dor e o cuidado que qualquer pessoa — […]

A política europeia vive hoje uma batalha silenciosa, mas decisiva para o futuro das nossas economias, dos nossos agricultores e das nossas liberdades. O chamado Green Deal foi apresentado como uma promessa de transição ecológica justa e sustentável. Na prática, tornou-se numa máquina pesada, centralizadora e profundamente ideológica, que tem esmagado quem trabalha e produz. […]