JMJ: Portimão recebe 4.000 para festival ecuménico antes da Jornada

©JMJ

Portimão vai acolher mais de 4.000 jovens de diversos países no festival ecuménico “Welcome To Paradise”, organizado pela Comunidade ‘Chemin Neuf’ (Caminho Novo), entre 26 e 31 de julho, antecedendo a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

A organização, na sua página na Internet, informa que “Welcome To Paradise” é um “festival cristão internacional que reúne jovens do mundo inteiro e acontece anualmente em França”, sendo este ano realizado em Portugal devido à realização em Lisboa da JMJ.

No total, são esperados mais de 4.000 jovens de 40 países, pertencentes a 20 igrejas cristãs, para cinco dias de oração, convívio, atividades desportivas ou simples idas à praia.

No final, os jovens deslocam-se para Lisboa, para participarem nas atividades da JMJ.

Em Lisboa, durante a semana da JMJ, a Comunidade ‘Chemin Neuf’ realizará as suas atividades na Basílica da Estrela.

Envolvida na mobilização para este festival está, também, a Igreja Lusitana — Comunhão Anglicana, uma vez que “o festival é ecuménico e centrado na unidade dos cristãos”, segundo Mariana Sá Couto, desta igreja.

“Estamos na Igreja a divulgar e mobilizar os jovens para participarem neste evento. O Festival Welcome To Paradise é um encontro internacional de cristãos de várias denominações, em que se vivem tempos fortes de fraternidade e de encontro com Jesus”, adiantou Marina Sá Couto à agência Lusa.

Quanto à participação de jovens anglicanos na JMJ, a coordenadora do Secretariado Juvenil da Igreja Lusitana revelou que serão cerca de duas dezenas, portugueses, brasileiros e espanhóis.

“Vamos ficar alojados na nossa Catedral de S. Paulo, em Lisboa, na renovada ‘Casa da Hospitalidade’, a casa pastoral que foi recentemente restaurada para acolher jovens da Igreja (e não só) de agora em diante”, acrescentou, explicando que “a estadia dos jovens durante a JMJ (…) será a abertura e o lançamento desse novo espaço de acolhimento no coração da Igreja, na sua Catedral”.

Segundo Mariana Sá Couto, “além da participação dos jovens anglicanos na Jornada [Mundial da Juventude], a Igreja vai também promover alguns eventos abertos a todos os jovens da JMJ, abrindo assim as portas e contribuindo ativamente para a construção do programa desta Jornada”.

Em concreto, a Igreja Lusitana promoverá ‘workshops’ nas áreas da Ecologia, da Música no Mundo Anglicano e sobre a Espiritualidade Anglicana.

Lisboa foi a cidade escolhida pelo Papa Francisco para a próxima edição da Jornada Mundial da Juventude, que vai decorrer entre os dias 01 e 06 de agosto deste ano, com as principais cerimónias a terem lugar no Parque Eduardo VII e no Parque Tejo, a norte do Parque das Nações, na margem ribeirinha do Tejo, em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

As JMJ nasceram por iniciativa do Papa João Paulo II, após o sucesso do encontro promovido em 1985, em Roma, no Ano Internacional da Juventude.

O primeiro encontro aconteceu em 1986, em Roma, tendo já passado, nos moldes atuais, por Buenos Aires (1987), Santiago de Compostela (1989), Czestochowa (1991), Denver (1993), Manila (1995), Paris (1997), Roma (2000), Toronto (2002), Colónia (2005), Sidney (2008), Madrid (2011), Rio de Janeiro (2013), Cracóvia (2016) e Panamá (2019).

A edição deste ano, que será encerrada pelo Papa, esteve inicialmente prevista para 2022, mas foi adiada devido à pandemia de covid-19.

O Papa Francisco foi a primeira pessoa a inscrever-se na JMJ Lisboa 2023, no dia 23 de outubro de 2022, no Vaticano, após a celebração do Angelus.

Últimas do País

Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.