Santa Maria teve 15 bebés colonizados com bactéria, um morreu e três tiveram alta

© CM-Odivelas

O Hospital de Santa Maria esclareceu hoje que, desde a semana passada, teve 15 bebés internados na Neonatologia colonizados com a bactéria multirresistente que obrigou a encerrar o serviço, três tiveram alta e um morreu.

No caso do óbito, fonte do hospital sublinhou que, uma vez que não há ainda resultados da autópsia, não pode ser estabelecida qualquer relação causal com a bactéria.

Ao dia de hoje, estão internados 11 bebés colonizados com a bactéria e dois negativos.

Segundo adiantou à Lusa na quinta-feira o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN), os bebés positivos estão clinicamente estáveis e o Grupo Coordenador Local do Programa de Prevenção e Controlo de Infeções e de Resistência aos Antimicrobianos do CHULN “está a acompanhar a situação de acordo com as normas da Direção-Geral da Saúde”.

O centro hospitalar adiantou ainda que o serviço de neonatologia do hospital está encerrado para novas admissões e os bebés “não foram nem vão ser transferidos” para outros hospitais.

“A resposta nesta área é assegurada por meios internos do CHULN e através de articulação com a rede durante os procedimentos de boas práticas necessários para resolver a situação”, garantiu.

Na quinta-feira, em declarações à Sic Notícias, o diretor do Serviço de Neonatologia do Hospital de Santa Maria, André Graça, afirmou que a bactéria detetada no serviço é multirresistente à maioria dos antibióticos utilizados, o que causa “mais preocupação” na eventualidade de vir a ser necessário tratar uma infeção.

Últimas do País

Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.
“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.