Espera nas urgências do Santa Maria atingiu seis horas para doentes urgentes

© CM-Odivelas

O tempo de espera nas urgências do Hospital de Santa Maria chegou hoje a seis horas para doentes urgentes rastreados com pulseira amarela, confirmou o Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN).

Segundo adiantou a mesma fonte à Lusa, essa situação deveu-se à circunstância de as urgências dos hospitais Fernando Fonseca (Amadora-Sintra) e Beatriz Ângelo (Loures) terem estado sem receber doentes enviados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que, por essa razão, foram encaminhados pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para o Santa Maria.

De acordo com o CHULN, cerca das 18:00 de hoje 28 doentes com pulseira amarela aguardavam para ser atendidos na urgência central do Hospital de Santa Maria, com um tempo máximo de espera a rondar as seis horas.

A Lusa pediu mais esclarecimentos ao INEM, mas ainda não obteve resposta.

Últimas do País

Cerca de 2.500 militares estão atualmente no terreno a apoiar as populações afetadas pelas tempestades que assolaram Portugal continental nas últimas semanas, tendo resgatado 252 pessoas desde 28 de janeiro, anunciou hoje o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA).
A Proteção Civil registou 11.957 ocorrências relacionadas com as tempestades entre o dia 01 de fevereiro e as 12:00 de hoje em Portugal continental, adiantou o comandante nacional.
Um homem morreu hoje e outro ficou ferido num acidente de trabalho, em Leiria, quando reparavam estruturas eléctricas para as E-Redes, na sequência da depressão Kristin, disseram à agência Lusa várias fontes.
O estado do tempo em Portugal continental vai continuar a ser afetado por precipitação forte e persistente na terça e na quarta-feira devido a uma massa de ar com características tropicais, segundo a meteorologista Ângela Lourenço.
Um total de 56 mil clientes da E-Redes continua sem abastecimento de energia elétrica em Portugal continental devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição, informou hoje a empresa.
A proteção civil não registou durante a noite ocorrências relevantes relacionadas com o mau tempo e houve uma ligeira melhoria da situação nas zonas inundadas, disse à agência Lusa José Costa.
A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais situava-se, até às 16h00 de hoje, nos 45,50%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, em linha com o que se registou na primeira volta.
As aldeias de Casebres, Vale de Guizo e Arez, no concelho de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, ficaram hoje sem água atmosférica devido a um abastecimento de água que rebentou, segundo o vereador da Proteção Civil.
O Governo colocou 48 concelhos de Portugal continental em situação de contingência até ao dia 15 devido à ocorrência ou risco elevado de cheias e inundações, segundo um despacho publicado em Diário da República.
A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais situava-se, até às 12h00 de hoje, nos 22,35%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou na primeira volta.