Agressor de PM dinamarquesa condenado a prisão e expulsão do país

O cidadão polaco que agrediu em junho a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, foi condenado hoje a quatro meses de prisão e à expulsão do país por um tribunal de primeira instância de Copenhaga.

© Facebook Mette Frederiksen

O veredicto unânime considerou provado que o indivíduo atingiu Frederiksen “com um punho cerrado no antebraço superior, o que fez com que a primeira-ministra perdesse o equilíbrio”.

Como solicitado pela acusação, o tribunal acolheu a acusação de agressão a um funcionário no exercício das suas funções, já que o arguido admitiu ter reconhecido Frederiksen e um dos seus seguranças testemunhou que o polaco tinha sido “agressivo”.

“O que aconteceu está relacionado com o seu cargo de primeira-ministra”, segundo a sentença, que acrescentou que o encontro foi casual e que Frederiksen, que estava a tomar um café com um amigo, não estava a trabalhar.

Frederiksen foi agredida a 7 de junho, numa praça central de Copenhaga, pelo cidadão polaco, que estava sob o efeito de álcool e outras drogas quando foi detido, imediatamente depois de ter agredido a primeira-ministra com o punho, segundo o relatório da polícia.

Impedido de regressar à Dinamarca por seis anos, o acusado afirmou em tribunal que não se lembrava da agressão, que atribuiu aos efeitos do álcool.

O tribunal condenou-o também por vários crimes de fraude e exibicionismo.

Últimas do Mundo

Mesmo com Espanha mergulhada no luto após a tragédia ferroviária que matou 39 pessoas em Adamuz, o Governo manteve esta segunda-feira a redistribuição aérea de imigrantes ilegais a partir das Canárias, transferindo mais de 180 pessoas para Madrid.
O total de mortos na época das chuvas em Moçambique subiu para 111, com três desaparecidos e 98 pessoas feridas, segundo balanço do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) consultado hoje pela Lusa.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, sigla em inglês) alertou hoje para o risco de resistência antimicrobiana com o uso frequente de doxiciclina na profilaxia pós-exposição a doenças sexualmente transmissíveis.
Habitação mista criada para “promover a integração” acabou marcada por denúncias de violações, assédio sexual e violência. Queixas repetidas foram ignoradas e só anos depois houve detenções.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou hoje que até ao momento não há conhecimento de vítimas portuguesas a registar no acidente ferroviário no domingo em Córdova, Espanha, que causou pelo menos 39 mortos.
A afluência às urnas na cidade suíça de Lugano para as eleições presidenciais deste ano em Portugal é a ser maior do que nos anteriores atos eleitorais, apesar da crónica abstenção elevada, sobretudo numa eleição que exige voto presencial.
A impossibilidade de votar por correspondência e a escassez de urnas de voto presenciais vão impedir muitos emigrantes portugueses de votarem nos Estados Unidos, à semelhança do que aconteceu em eleições presidenciais anteriores.
O número de mortos no incêndio que destruiu um complexo residencial em Hong Kong no final de novembro subiu para 168, anunciaram hoje as autoridades, confirmando tratar-se do balanço final após a conclusão das operações de identificação.
Espanha recebeu no ano passado 97 milhões de turistas internacionais, mais 3,5% do que em 2024 e um recorde nos registos do país, segundo uma estimativa oficial divulgada hoje pelo Governo.
A rede social X anunciou na quarta-feira que implementou medidas para impedir que a sua ferramenta de inteligência artificial Grok dispa "pessoas reais", em resposta às críticas e à pressão das autoridades de vários países.