CHEGA convoca nova manifestação contra imigração descontrolada, agora no Porto

Depois da grande manifestação, realizada pelo partido CHEGA, contra a imigração descontrolada, o partido irá realizar uma nova manifestação, desta vez no Porto.

© Folha Nacional

O evento ocorrerá no dia 23 de novembro, com início marcado para as 15h30, num local a ser divulgado posteriormente.

“O Porto tem tido severos problemas de segurança com consequências graves para moradores e comerciantes”, lê-se no comunicado enviado pelo partido.

Segundo o CHEGA, com mais de um milhão de imigrantes, o descontrolo da imigração continua a ser um dos grandes problemas do país.

O partido de André Ventura tem sido bastante firme quando diz ser necessário ter mais informação sobre as pessoas que entram em Portugal “porque continuamos sem qualquer tipo de informação sobre muitos dos que cá chegam. Quem são, de onde vêm e o que estão cá a fazer? Pouco ou nada se sabe sobre isto e quando se sabe é porque cometeram crimes”.

O objetivo desta manifestação é exigir ao país o controlo das fronteiras portuguesas e da ordem pública nas ruas do país.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, lamentou hoje os “ataques e falta de sentido democrático” das associações e universidades que criticaram a presença do partido na Futurália, dizendo que houve uma “tentativa de censura”.
O CHEGA vai chamar ao parlamento o governador do Banco de Portugal (BdP) para explicar a reforma de Mário Centeno com “benefícios escandalosos”, anunciou hoje o presidente do partido, que disse ter existido um “acordo escondido”.
O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.