CHEGA convoca nova manifestação contra imigração descontrolada, agora no Porto

Depois da grande manifestação, realizada pelo partido CHEGA, contra a imigração descontrolada, o partido irá realizar uma nova manifestação, desta vez no Porto.

© Folha Nacional

O evento ocorrerá no dia 23 de novembro, com início marcado para as 15h30, num local a ser divulgado posteriormente.

“O Porto tem tido severos problemas de segurança com consequências graves para moradores e comerciantes”, lê-se no comunicado enviado pelo partido.

Segundo o CHEGA, com mais de um milhão de imigrantes, o descontrolo da imigração continua a ser um dos grandes problemas do país.

O partido de André Ventura tem sido bastante firme quando diz ser necessário ter mais informação sobre as pessoas que entram em Portugal “porque continuamos sem qualquer tipo de informação sobre muitos dos que cá chegam. Quem são, de onde vêm e o que estão cá a fazer? Pouco ou nada se sabe sobre isto e quando se sabe é porque cometeram crimes”.

O objetivo desta manifestação é exigir ao país o controlo das fronteiras portuguesas e da ordem pública nas ruas do país.

Últimas de Política Nacional

O partido liderado por André Ventura vota a favor do alargamento e acusa Governo de manter um sistema injusto para as famílias.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA, André Ventura, acusou esta quinta-feira, 22 de janeiro, Marques Mendes de se ter juntado ao “tacho de interesses” ao declarar o seu apoio a António José Seguro na segunda volta, dirigindo também críticas a CDS e Iniciativa Liberal.
Será o primeiro, o último e o único. António José Seguro aceitou apenas um debate televisivo frente a André Ventura, tornando o confronto da próxima terça-feira o único momento de embate direto entre os dois candidatos à Presidência da República antes da votação final.
Uma militante do PS do Barreiro, com assento na comissão política local e influência na definição das listas autárquicas, é apontada como ligada ao grupo 1143. Fontes socialistas confirmam a informação, mas a estrutura local mantém-se em silêncio e não retirou a confiança política.
Sob um clima de confronto desde o primeiro minuto, André Ventura entrou na entrevista da RTP a defender-se de perguntas polémicas e a virar o jogo político: da controvérsia inicial à mensagem central, o candidato deixou claro que a segunda volta é uma escolha sem meio-termo.
O Ministério Público de Alenquer deverá receber uma queixa-crime contra um vereador da CDU na Câmara Municipal da Azambuja, depois de este ter admitido a utilização de uma viatura municipal para fins privados. O caso está a gerar polémica política e acusações de falta de ética na gestão de bens públicos.
Pedro Pinto, líder parlamentar do CHEGA, desafia o primeiro-ministro a assumir de que lado está nas presidenciais. Para o CHEGA, apoiar um candidato socialista depois de criticar o PS é incoerente e a direita tem agora uma oportunidade histórica de travar o socialismo em Belém.
Projeto de lei, a que o Folha Nacional teve acesso, centra-se no superior interesse da criança e na evidência científica.
O CHEGA tentou levar o ministro da Economia e da Coesão Territorial ao Parlamento para explicar o acordo político entre PSD e PS sobre as CCDR. Os dois partidos uniram-se para travar o escrutínio e impedir esclarecimentos sobre um entendimento que decide lideranças regionais à porta fechada.
O candidato presidencial André Ventura desafiou hoje o seu adversário, António José Seguro, para três debates durante uma campanha para a segunda volta e acusou o socialista de “querer fugir” à discussão por “medo do confronto”.