IGAS investiga acesso a cirurgia pelo diretor executivo do SNS no Hospital de Gaia

A IGAS instaurou um processo de inspeção à Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho "para verificar o cumprimento das normas" do Sistema Integrado de Gestão do Acesso (SIGA SNS) "relativamente à assistência prestada" ao diretor executivo do SNS.

© Gov.pt

A investigação da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) ocorre depois de uma denúncia anónima acusar António Gandra d’Almeida, que foi submetido a uma cirurgia plástica em outubro, de desrespeitar as regras das listas de espera, no Hospital de Vila Nova de Gaia.

“Na sequência dessa denúncia foi instaurado um processo de inspeção para verificar o cumprimento das normas e orientações técnicas do Sistema Integrado de Gestão do Acesso (SIGA SNS) relativamente à assistência prestada a esse utente na Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho”, indicou a IGAS, em resposta à Lusa, após a notícia ter sido avançada ao início da manhã pelo jornal Público.

De acordo com o organismo, a “ação inspetiva ficará concluída em breve”.

Numa resposta enviada à Lusa em 31 de outubro, António Gandra d’Almeida já tinha esclarecido que “o processo e procedimento hospitalar foram cumpridos como se de qualquer outro utente se tratasse”, sublinhando que “os pormenores clínicos são assuntos do foro exclusivamente privado”.

Últimas do País

Suspeitos terão vigiado o estabelecimento antes de avançarem para o assalto. A vítima foi manietada e ficou ferida. Um cidadão travou o roubo e os dois homens acabaram em prisão preventiva.
Homem de 49 anos tinha cumprido cerca de 15 anos de prisão por crimes da mesma natureza. Segundo a PJ, terá sequestrado uma vítima em Torres Novas, sendo ainda suspeito de violação. A vítima conseguiu libertar-se e pedir ajuda. Pouco depois, o suspeito terá atacado e roubado outra pessoa.
Mais de 26 mil doentes críticos não foram socorridos pelo INEM com os meios mais adequados em 2025, ano em que a taxa de paragem das Ambulâncias de Emergência Médica (AEM) melhorou, mas ainda ficou acima dos 38%.
Um homem, de 48 anos, foi detido por "fortes indícios" de um número "ainda indeterminado" de crimes de pornografia de menores agravados, ocorridos no Montijo, anunciou hoje a PJ, adiantando que o suspeito ficou obrigado a apresentações semanais pelo tribunal.
Homem de 35 anos foi intercetado durante uma fiscalização quando circulava num velocípede elétrico. Militares encontraram produto suspeito escondido numa embalagem de tabaco de enrolar e o teste confirmou tratar-se de canábis.
Homem de 31 anos era procurado pelas autoridades brasileiras por suspeitas de ter submetido a própria irmã a atos sexuais, em duas ocasiões, em 2016. Foi localizado pela Polícia Judiciária e ficou em prisão preventiva enquanto aguarda o processo de extradição.
Suspeito era considerado amigo da família e terá usado essa relação de confiança para levar a criança até casa, em Portimão. Prometeu-lhe gomas e, já a sós, atraiu-a para o quarto com o pretexto de lhe fazer uma massagem. Foi detido e será presente a primeiro interrogatório judicial.
Operação avaliada em 380 milhões de euros coloca o Estado como segundo maior acionista de referência da REN. O preço acordado representa um prémio superior a 55 milhões face à cotação da participação quando Montenegro anunciou o negócio.
A mãe do menino de três anos encontrado sozinho na madrugada de ontem nas escadas do prédio em que vive, em Braga, já foi localizada e constituída arguida, disse fonte da PSP à Lusa.
O primeiro fogo não atingiu as instalações partidárias e levou ao corte da eletricidade. Três horas depois, um novo foco surgiu dentro da sede e destruiu mobiliário, arquivos e equipamentos.