CHEGA é o partido mais votado na Área Metropolitana de Lisboa

O CHEGA lidera as intenções de voto na Área Metropolitana de Lisboa, com 28,8%, enquanto o PS e a AD perdem terreno, de acordo com a última sondagem da Aximage, para o Folha Nacional.

© Folha Nacional

Segundo a sondagem mais recente divulgada pela Aximage, para o Folha Nacional, o partido CHEGA surge como a força política com maior intenção de voto na Área Metropolitana de Lisboa (AML), reunindo 28,8% das preferências entre os inquiridos que declararam intenção de votar.

O PS regista apenas 19,6% na AML, ficando atrás não só do CHEGA, mas também da coligação AD, que reúne 25,2% na região. Outros partidos como a Iniciativa Liberal (8,4%) e a CDU (7,7%) não alcançaram a fasquia dos 10%, enquanto o Livre (3,9%), o BE (3,0%) e o PAN (1,7%) mantêm resultados abaixo dos 5%.

Saliente-se que se as eleições legislativas se realizassem hoje, o CHEGA obteria 20,4% das intenções de voto, superando os 18% alcançados nas eleições de março de 2024. O partido mantém-se assim em terceiro lugar, mas volta a subir nas sondagens, ultrapassando pela segunda vez a fasquia dos 20% e ficando agora a apenas oito pontos percentuais do partido mais votado.

FICHA TÉCNICA

Objetivo do estudo: Sondagem de opinião realizada pela Aximage – Comunicação e Imagem Lda. para o Jornal Folha Nacional, sobre intenção de voto nas eleições legislativas antecipadas e temas da atualidade política. Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal. Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo, idade e região. A amostra consiste em 400 entrevistas efetivas: 151 entrevistas CAWI e 249 entrevistas CATI; 195 homens e 205 mulheres; 79 entre os 18 e os 34 anos, 104 entre os 35 e os 49 anos, 105 entre os 50 e os 64 anos e 112 para os 65 e mais anos; 134 Norte, 82 Centro, 68 Sul e Ilhas, 116 Área Metropolitana de Lisboa. Técnica: Aplicação online – CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) – de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; entrevistas telefónicas – metodologia CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing) do mesmo questionário devidamente adaptado ao suporte utilizado. O trabalho de campo decorreu entre 01 e 06 de abril de 2025. Taxa de resposta: 37,67% Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou – 4,9%. Responsabilidade do estudo: Aximage – Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.

Últimas de Política Nacional

O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.
O CHEGA entregou um projeto de resolução no parlamento em que recomenda ao Governo a adoção de "medidas urgentes" para assegurar o "regular funcionamento" dos tribunais e serviços do Ministério Público (MP) na Comarca de Portalegre.
O CHEGA apresentou um projeto de lei que propõe a criação da carreira especial de medicina dentária e a sua integração plena no Serviço Nacional de Saúde (SNS), para reforçar o acesso da população portuguesa a cuidados de saúde oral.