Segundo suspeito de tentativa de homicídio em Braga entregou-se na quinta-feira

O segundo suspeito da tentativa de homicídio em Adaúfe, no distrito de Braga, em fevereiro, e de quem sem desconhecia o paradeiro, entregou-se na quinta-feira no Tribunal de Guimarães, revelou hoje em comunicado a Polícia Judiciária (PJ). 

© Facebook da PJ

Os factos, em investigação pelo Departamento de Investigação Criminal de Braga da PJ, ocorreram ao início da tarde de 21 de fevereiro, numa oficina de automóveis, após a vítima, de 54 anos, se ter recusado a reparar o veículo pertencente a ambos os suspeitos, descreve o comunicado.

O outro detido é filho do homem que se entregou na quinta-feira e foi detido pela PJ no início de abril, aguardado julgamento em prisão preventiva, acrescenta.

“Não aceitando tal recusa, pai e filho agrediram a vítima de forma violenta”, primeiro com “recurso a um taco de madeira e, na continuidade das agressões, com uma arma branca e um tijolo”, detalha a PJ.

O proprietário da oficina “sofreu uma perfuração cortoperfurante na zona abdominal, do qual resultaram graves ferimentos, colocando em perigo a sua vida”, após o que foi submetido a uma intervenção cirúrgica urgente no Hospital de Braga, onde ficou internado durante alguns dias, lê-se ainda.

Os suspeitos colocaram-se em fuga, vindo a primeira detenção a ocorrer no dia 02 de abril, enquanto o segundo suspeito, com paradeiro desconhecido, apresentou-se na quinta-feira no Tribunal de Guimarães, onde foi dado cumprimento ao mandado de detenção fora de flagrante delito que sobre ele impendia, continua o comunicado.

Presente a primeiro interrogatório judicial foi-lhe aplicada a medida de coação mais gravosa de prisão preventiva, revela a PJ.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.