Presidente da República elogia “sentido de missão” da GNR pelo 114.º aniversário

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, assinalou hoje o 114.º aniversário da Guarda Nacional Republicana (GNR), apontando o "sentido de missão de todos os que nela servem".

©D.R.

Segundo uma nota, no ‘site’ da Presidência da República, “assinalar o 114.º aniversário da Guarda Nacional Republicana (GNR) é reconhecer o valor de uma instituição cuja história se entrelaça com a própria História de Portugal”.

Marcelo assinala os “114 anos de serviço à Nação marcados pela dedicação, pelo sacrifício e por um inabalável sentido de missão de todos os que nela servem”.

“Instituição de cariz secular, a GNR tem mantido, ao longo do tempo, uma atuação firme e preventiva e, ao mesmo tempo, solidária e próxima, ao zelar pelo cumprimento da legalidade democrática e pela segurança dos cidadãos que, em Portugal e no Mundo, nela confiam”, salientou ainda.

Na mesma nota, assinalou que o futuro das instituições se constrói “todos os dias”, acrescentando que “a história da Guarda é construída, diariamente, pelos seus militares e civis, a quem o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa dirige o seu renovado reconhecimento por, em permanente estado de prontidão, guardarem o nosso Portugal”.

Últimas de Política Nacional

O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo quer aprovar a versão final do PTRR no início de abril e o envelope financeiro só será definido após o período de auscultação nacional.
O CHEGA/Madeira apresentou um voto de protesto na Assembleia Legislativa regional pelas declarações do líder parlamentar do PSD na Assembleia da República, Hugo Soares, no âmbito do debate sobre o subsídio social de mobilidade realizado na quarta-feira.
O CHEGA propôs a revisão do regime jurídico do uso de armas de fogo, defendendo o alargamento das situações em que os agentes podem disparar, nomeadamente para travar suspeitos de crimes graves, armados ou a atuar em grupo. A iniciativa foi, contudo, chumbada com os votos contra de PSD, PS e Iniciativa Liberal.
O presidente do CHEGA sustenta que a polícia tem de poder agir sem receio quando está em causa a segurança dos cidadãos, e acusa o sistema de desproteger quem protege.
O uso de armas de fogo pelas forças de segurança poderá passar a ser permitido em mais situações do que as atualmente previstas na lei. É essa a proposta apresentada pelo CHEGA, que pretende rever profundamente o regime jurídico em vigor desde 1999.
O líder do CHEGA apontou falhas graves na resposta às tempestades e responsabilizou o Executivo por atrasos, descoordenação e decisões que deixaram populações entregues a si próprias.
Um dos maiores escândalos sexuais e de poder da última década volta a ecoar em Portugal. O CHEGA quer saber se o tentáculo da rede de Jeffrey Epstein alguma vez tocou o país e exige que todas as eventuais ligações portuguesas sejam investigadas até às últimas consequências.
O primeiro-ministro regressa esta quinta-feira ao parlamento para um debate quinzenal que deverá centrar-se na resposta do Governo às consequências do mau tempo e que foi adiado por duas vezes na semana passada.
Entre devoluções e penalizações que rondam os 85 mil euros, o vereador do PSD permanece no executivo da Maia. O presidente da Câmara reafirma a confiança política.
A vítima não deve ser obrigada a sair de casa para se proteger do agressor. É este o princípio que sustenta o novo projeto de lei apresentado pelo CHEGA, que pretende permitir o afastamento imediato dos suspeitos de violência doméstica, mesmo antes de decisão judicial definitiva.