Detidos dois homens por exercício ilegal de segurança privada em Leiria

© Facebook/PSP

Dois homens foram detidos em Leiria por serem suspeitos do exercício ilegal de segurança privada, no decurso de uma operação que levou à apreensão de 18 rádios de comunicações, anunciou hoje a Polícia de Segurança Pública (PSP).

Segundo um comunicado da PSP, a operação, na qual participaram diversas entidades, “visou a fiscalização de um estabelecimento comercial do concelho de Leiria”.

Os detidos têm 40 e 41 anos, adiantou a PSP, explicando que além dos rádios de comunicações, bem como o levantamento de um auto de apreensão de rede de rádio de comunicações sem licença, foram aprendidos “618 óculos de sol no valor de 2.044 euros, por falta de declaração de conformidade”.

A PSP esclareceu que, no decurso da ação de fiscalização, foi feito o levantamento de três autos, um auto por falta de emissão de fatura e dois por falta de código QR na fatura.

Ainda segundo o comunicado, foram levantados mais sete autos, por falta de seguro de trabalho, de contrato de trabalho, de exame médico, de formação em segurança, higiene e saúde no trabalho, de afixação do mapa de férias, pela não elaboração de horário de trabalho e pela falta de registo dos tempos de trabalho.

A operação, denominada “Janus” e realizada na sexta-feira, contou com elementos da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, da Autoridade Nacional de Comunicações, da Autoridade Tributária e da Autoridade para as Condições do Trabalho.

Da PSP, a operação do Comando Distrital de Leiria, através do Núcleo de Segurança Privada e da Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial, da Divisão Policial de Leiria, teve a colaboração do Departamento de Segurança Privada da Direção Nacional desta força policial.

Fonte da PSP disse à agência Lusa que esta ação decorreu num centro comercial da cidade de Leiria.

Últimas do País

A Força Aérea anunciou hoje ter apoiado diretamente 931 pessoas no ano passado, entre transportes médicos aéreos, resgates e missões de busca e salvamento, referindo que o valor representa um crescimento de 5% face a 2024.
O tempo de espera para doentes muito urgentes no serviço de urgência geral do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, era de 13 horas e 46 minutos pelas 09:30 de hoje, segundo dados do Portal do SNS.
O Hospital Amadora-Sintra alerta hoje para incorreções nos tempos médios de espera relativamente às urgências relatadas no portal do SNS, destacando que estes constrangimentos não estão a afetar a assistência e a segurança dos doentes.
A GNR esclareceu hoje que o aeroporto de Lisboa vai ser reforçado com 24 militares com formação de guarda de fronteira a partir da próxima terça-feira.
Dez Conselhos de Administração de Unidades Locais de Saúde (ULS) terminam hoje os mandatos, entre os quais a ULS de São José, em Lisboa, indicou à Lusa a direção executiva do SNS.
O orçamento da Lei de Programação Militar (LPL) foi reforçado em 221 milhões de euros em 2025, cinco vezes acima da dotação inicial, reflexo do investimento associado ao objetivo dos 2% do PIB em defesa, anunciou hoje o Exército.
A ASAE apreendeu 21 carcaças de animais e instaurou cinco processos-crime por abate clandestino durante uma operação realizada nos últimos dias em Leiria, Viana do Castelo, Braga, Porto e Porto de Mós, indicou hoje aquele organismo.
O aeroporto de Lisboa vai ser reforçado com 10 militares da GNR que começam a trabalhar no sábado, depois de receberam “uma ligeira formação” na sexta-feira, revelou hoje à Lusa fonte policial.
O Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, tem atualmente o mais longo tempo de espera para doentes urgentes, com três horas, enquanto o Hospital Amadora-Sintra conseguiu reduzir para cerca de duas horas, segundo informação do Serviço Nacional de Saúde.
A Linha SNS 24 atendeu mais de 5,7 milhões de chamadas, em 2025, e agendou mais de um milhão de consultas nos cuidados de saúde primários, o que corresponde a cerca de 2.800 consultas diárias, foi hoje divulgado.