Marcelo na Sicília para participar no XVI encontro da COTEC Europa

© Presidência da República

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, desloca-se entre segunda e terça-feira a Palermo, Itália, para participar no XVI encontro da organização empresarial COTEC Europa, juntamente com o seu homólogo italiano e o Rei de Espanha.

Esta 16ª edição do simpósio que junta anualmente fundações para a inovação de Portugal, Itália e Espanha, é consagrada ao tema “inovação em finanças sustentáveis”, e, como é habitual, os chefes de Estado de Portugal, de Itália, Sergio Mattarella, e de Espanha, o Rei Felipe VI, intervirão na sessão de encerramento do encontro, ao final da manhã de terça-feira, no Teatro Massimo de Palermo, capital da ilha da Sicília.

De acordo com uma nota da organização, o encontro de Palermo da COTEC Europa constituirá uma oportunidade de refletir sobre como “fazer do sistema financeiro um agente fundamental na promoção do desenvolvimento sustentável, com a missão de orientar os recursos financeiros públicos e privados para setores, projetos e iniciativas funcionais à concretização dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas”.

A sessão de encerramento contará também com a participação do comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni.

Marcelo Rebelo de Sousa chegará a Palermo na segunda-feira à tarde, realiza um passeio a pé com Mattarella e Felipe VI pelos locais mais emblemáticos da cidade, seguindo-se um jantar dos três chefes de Estado.

Na terça-feira, os chefes de Estado iniciam o dia com uma visita guiada à catedral de Monreale, intervêm na sessão de encerramento do XVI encontro da COTEC Europa, e terminam a visita a Palermo com um almoço.

Os encontros COTEC Europa são organizados desde 2005 e realizam-se anualmente em Espanha, Itália e Portugal, de forma rotativa, e contam com a participação de líderes empresariais, decisores políticos e académicos de todos os setores de atividade económica, além dos chefes de Estado dos três países da Europa do Sul.​​​​

A edição COTEC Europa do ano passado teve lugar em Braga.

Últimas de Política Nacional

O presidente do CHEGA, André Ventura, lamentou hoje os “ataques e falta de sentido democrático” das associações e universidades que criticaram a presença do partido na Futurália, dizendo que houve uma “tentativa de censura”.
O CHEGA vai chamar ao parlamento o governador do Banco de Portugal (BdP) para explicar a reforma de Mário Centeno com “benefícios escandalosos”, anunciou hoje o presidente do partido, que disse ter existido um “acordo escondido”.
O Parlamento rejeitou todas as propostas apresentadas pelo CHEGA para reforçar o mercado de arrendamento, incluindo a descida para 5% da taxa de IRS aplicada aos rendimentos prediais.
Um jornalista da rádio Observador foi retirado da sala durante uma audição da Comissão Parlamentar de Inquérito ao INEM, após uma decisão conjunta de PS e PSD. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
O PS e o PSD chumbaram, na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, um requerimento do CHEGA que pretendia ouvir especialistas independentes sobre a localização do futuro Aeroporto Luís de Camões, impedindo que dúvidas técnicas, económicas e ambientais fossem discutidas no Parlamento.
A presidente da Câmara de Alcácer do Sal, Clarisse Campos, retirou os pelouros ao vereador Mário Caixas, também eleito pelo PS, alegando quebra de confiança política num momento considerado decisivo para a recuperação do concelho após as recentes cheias.
O serviço ferroviário entre Lisboa e Setúbal, que atravessa a Ponte 25 de Abril, vai estar sob escrutínio no Parlamento. O CHEGA conseguiu aprovar uma audição para ouvir utentes, Fertagus e Governo sobre as condições de segurança, capacidade e qualidade do serviço.
O presidente do CHEGA, André Ventura, acusou esta quarta-feira o Governo de se vitimar e o primeiro-ministro de querer desviar atenções e usar as alterações à lei laboral como “manobra de distração”.
O Ministério Público arquivou 51 denúncias apresentadas contra cartazes do CHEGA, concluindo que os slogans não configuram crime e estão protegidos pela liberdade de expressão no debate político.
O Parlamento português recusou uma proposta do CHEGA que defendia que Portugal deveria fazer todos os esforços para reconhecer a Irmandade Muçulmana como organização terrorista.