Costa alerta que fogo é um risco que não vai desaparecer

©Facebook/antoniolscosta

O primeiro-ministro disse ontem, no Sardoal (Santarém), que é preciso “ter consciência de que o fogo é um risco e um risco que está presente e que não vai desaparecer”.

António Costa falava aos jornalistas durante um exercício realizado na aldeia de Santa Clara, na freguesia de Alcaravela, Sardoal, no âmbito do programa Aldeia Segura, o qual considerou “um trabalho muito importante” desenvolvido pelas autarquias, em colaboração com bombeiros e forças de segurança, que permite garantir a segurança das populações em caso de incêndio.

Para o primeiro-ministro, é preciso que o país esteja preparado “de diversas formas para enfrentar esse risco”.

António Costa lembrou que, de manhã, contactou, no concelho de Mação, também no distrito de Santarém, com diversas formas de prevenir os incêndios rurais, dando os exemplos dos programas de alteração da paisagem e das faixas de contenção.

À tarde, depois de uma ação de sensibilização do programa “A Raposa Chama”, com alunos dos 3.º e 4º anos e do ensino secundário, na Escola Básica e Secundária Judite Andrade, António Costa assistiu a um simulacro do plano de evacuação em Santa Clara, no âmbito do programa Aldeia Segura, com alerta e concentração da população na sede da Junta de Freguesia, e a uma ação de fiscalização à limpeza de terrenos por parte da GNR.

“Para além do combate direto às chamas, a prioridade tem de ser a proteção das pessoas. Isso é absolutamente fundamental e é por isso que o programa Aldeia Segura é essencial”, afirmou.

Segundo o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, que acompanhou António Costa, existem no país mais de 2.300 Aldeias Seguras, tendo o distrito de Santarém 246 e o Sardoal 38.

Para o presidente da Câmara do Sardoal, Miguel Borges (PSD), estes programas “são muito importantes para a proteção das pessoas, para que tudo se faça com tempo e segurança”.

Últimas de Política Nacional

O partido liderado por André Ventura pediu explicações em novembro do ano passado sobre a escalada dos preços dos alimentos. O requerimento foi aprovado, mas meses depois a Plataforma de Acompanhamento das Relações na Cadeia Agroalimentar (PARCA) ainda não apareceu, num momento em que o custo do cabaz alimentar continua a subir e a pressionar as famílias.
A Entidade para a Transparência (EpT) esclareceu hoje que aguarda a notificação dos acórdãos do Tribunal Constitucional (TC) para publicar a lista de clientes da Spinumviva e garantiu que aplicará o mesmo procedimento a outros titulares em situação idêntica.
O líder do CHEGA, André Ventura, acusou esta segunda-feira o PS de bloquear as eleições para os órgãos externos da Assembleia da República e de recusar que o seu partido indique um nome para o Tribunal Constitucional.
A possibilidade de realizar cirurgias de mudança de sexo em menores voltou a entrar no centro do debate político. Desta vez, através de uma proposta apresentada no Parlamento que pretende colocar um limite claro: nenhuma intervenção cirúrgica deste tipo antes da maioridade.
A presidente da Câmara de Benavente, Sónia Ferreira, atribuiu hoje pelouros ao vereador Frederico Colaço Antunes, do CHEGA, após um entendimento político entre a coligação AD (PSD/CDS) e o CHEGA (PSD/CDS).
Meses depois da passagem da tempestade Kristin, algumas estradas da região Centro continuam com problemas de circulação. Entre árvores derrubadas, sinalização danificada e equipamentos destruídos, há troços rodoviários que ainda apresentam constrangimentos para quem ali circula diariamente.
Francisco Rocha Gonçalves autorizou nova unidade de cirurgia cardíaca no Santo António, no Porto. Diretor do serviço é seu amigo pessoal, com quem terá passado férias no Algarve.
Empresa liderada por gestor acusado de corrupção celebrou contratos superiores a 25 milhões de euros com entidades públicas desde que foi conhecida a acusação do Ministério Público.
O presidente do CHEGA, André Ventura, lamentou hoje os “ataques e falta de sentido democrático” das associações e universidades que criticaram a presença do partido na Futurália, dizendo que houve uma “tentativa de censura”.
O CHEGA vai chamar ao parlamento o governador do Banco de Portugal (BdP) para explicar a reforma de Mário Centeno com “benefícios escandalosos”, anunciou hoje o presidente do partido, que disse ter existido um “acordo escondido”.