Bolsa de Lisboa fecha a cair em linha com principais praças europeias

© D.R.

A bolsa de Lisboa encerrou a sessão de hoje no ‘vermelho’ com o índice PSI a cair 0,51% para 5.980,69 pontos, em linha com as principais praças europeias.

Das 16 cotadas que integram o PSI, 12 desceram e quatro subiram.

A EDP Renováveis liderou as quedas, com uma descida de 2,30% para 16,33 euros, e a Galp Energia as subidas, ao avançar 1,46% para 12,18 euros.

A Jerónimo Martins caiu 2,07% para 23,68 euros, a Greenvolt recuou 1,87% para 6,03 euros, a EDP 1,54% para 4,09 euros, a Altri 1,46% para 4,18 euros e a Mota Engil 1,02% para 2,43 euros.

Ainda nas descidas ficaram a Ibersol (-0,88% para 6,72 euros), a Corticeira Amorim (-0,70% para 9,90 euros), a REN (-0,61% para 2,45 euros), a NOS (-0,36% para 3,30 euros), a Sonae (-0,21% para 0,95 euros) e os CTT (-015% para 3,39 euros).

Nas subidas, além da Galp Energia, ficaram o BCP, ao avançar 0,89% para 0,25 euros, a Semapa, que valorizou 0,77% para 13,16 euros, e a Navigator, ao subir 0,06% para 3,21 euros.

No resto da Europa, Paris recuou 0,94%, Madrid 0,78%, Frankfurt 0,71% e Londres 0,63%.

Últimas de Economia

As insolvências a nível mundial aumentaram 12% no primeiro semestre de 2026, impulsionadas por um aumento de 22% na América do Norte, segundo uma análise da seguradora de crédito Coface.
O montante investido em certificados de aforro subiu novamente em maio, pelo 20.º mês consecutivo, e atingiu os 42.447 milhões de euros, num crescimento homólogo de 13,2%, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).
A bolsa de Lisboa acentuava hoje a tendência negativa da abertura e perdia 1,31%, com todas as empresas cotadas a cair, lideradas pela Semapa, que recuava 2,01% para 21,95 euros.
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela DECO PROteste encareceu 2,11 euros na última semana, para 257,68 euros, interrompendo a trajetória de descida registada na semana anterior, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
A taxa de inflação anual da zona euro aumentou, em maio, pelo quarto mês consecutivo, para 3,2%, confirmou hoje o Eurostat, indicando ainda um valor de 3,3% para a União Europeia (UE).
Os preços da habitação mais do que duplicaram em 157 municípios entre 2017 e 2025, com as maiores valorizações a serem registadas na Área Metropolitana do Porto, Grande Lisboa e Península de Setúbal, segundo o Banco de Portugal.
A Euribor subiu hoje a três meses para um novo máximo desde março de 2025 e desceu a seis e a 12 meses em relação a sexta-feira.
O Banco de Portugal prevê um défice de 0,2% do PIB este ano, mais pessimista do que a previsão de um saldo nulo do Governo, e um saldo negativo de 0,5% em 2027 e 2028.
O Banco Central Europeu (BCE) vai reunir-se esta quarta e quinta-feira e a expectativa dos analistas aponta para uma subida dos juros em 25 pontos base.
Os portugueses continuam a pagar cada vez mais para levar exatamente os mesmos produtos para casa. O cabaz alimentar voltou a aumentar e já custa quase mais 38% do que custava há pouco mais de quatro anos.