“Cedo ou tarde vamos ter de limitar a entrada de muçulmanos na Europa”, diz Ventura

© Folha Nacional

O Presidente do CHEGA, André Ventura, comentou esta segunda-feira a situação que se vive na União Europeia na sequência dos ataques do Hamas em Israel. Para além da condenação inequívoca dos ataques do grupo terrorista, o Presidente do CHEGA alertou ainda para a crescente chegada de migrantes oriundos de países islâmicos para a União Europeia.

“É evidente que as migrações não devem ser decididas, nas suas várias dimensões, pela vertente religiosa. Por outro lado, a Europa tem de continuar a ajudar todos os que fogem da guerra e da perseguição. Mas, ao mesmo tempo, temos de defender a nossa matriz cultural judaico-cristã. Cedo ou tarde, teremos de limitar a migração islâmica para a UE”, referiu Ventura.
O Parlamento português votará esta semana vários votos de saudação e condenação no âmbito deste conflito no Médio Oriente.

Últimas de Política Nacional

A tempestade 'Kristin' deixou vítimas mortais e voltou a expor falhas graves na resposta do Estado. No Parlamento, o líder parlamentar do CHEGA acusou o PS de ter uma “memória curta” e de nunca ter corrigido erros estruturais que continuam a custar vidas.
André Ventura arranca a campanha no terreno, em zonas fustigadas pelo mau tempo, prometendo proximidade às populações e um choque frontal com o discurso da estabilidade defendido pelo adversário.
O candidato presidencial André Ventura lamentou hoje as mortes na sequência da depressão Kristin e disse que espera poder visitar zonas do país afetadas pelo mau tempo nos próximos dias.
Mais de 3,9 milhões de pessoas assistiram ao debate entre os candidatos presidenciais André Ventura e António José Seguro, e foi o mais visto de todos os debates, de acordo com a análise da Universal McCann.
O Governo avançou para uma limpeza silenciosa nas administrações hospitalares, afastando equipas com bons resultados para colocar dirigentes com ligações ao PSD e ao CDS. Em menos de um ano, quase 80% das novas nomeações recaem em nomes próximos do poder político.
A campanha eleitoral para a segunda volta das presidenciais arranca oficialmente hoje, um dia após o debate entre António José Seguro e André Ventura, marcado pela discussão sobre saúde, legislação laboral, poderes presidenciais, regulação da imigração e política internacional.
O presidente da Comissão de Transparência, Rui Paulo Sousa, eleito pelo CHEGA, criticou hoje a deputada socialista Eva Cruzeiro por colocar em causa a isenção desta comissão, salientando que as audições obedecem sempre ao Regimento do parlamento.
A campanha oficial para a segunda volta das eleições presidenciais arranca na quarta-feira e decorre até ao dia 6 de fevereiro, com André Ventura e António José Seguro na corrida a Belém.
É hoje o único debate televisivo entre os dois candidatos à segunda volta das Eleições Presidenciais. Terá 75 minutos de duração e está marcado para as 20h30 (com transmissão na RTP, SIC e TVI).
Uma recolha de depoimentos nas galerias da Assembleia da República acabou em retenção policial e proibição de perguntas. A revista Sábado denuncia pressões e interferências após uma ordem direta do líder parlamentar do PSD.