22 Fevereiro, 2024

A falácia orquestrada do comentário político

Assisti, do primeiro até ao último dos debates políticos em que André Ventura participou, e em todos sem excepção, vi um debate diferente daquele que viram os comentadores na Comunicação Social, quer televisiva quer escrita.

Onde eu vi incontornáveis vitórias, eles viram derrotas, onde eu vi esclarecimento, eles viram dúvida, onde eu vi clareza de ideias e de conceitos, eles viram demagogia ou populismo, onde eu vi eficácia, eles viram confusão.

Conversando ao longo destes anos com diversas pessoas, umas mais infomadas, outras políticamente mais alheadas, mas não menos críticas, fui percebendo que a maioria das pessoas comuns, na verdade, viram exactamente o mesmo debate que eu, já os comentadores, esses “profissionais”, terão visto algo que passou numa outra qualquer dimensão.

É quase como quererem fazer-nos acreditar com a maior naturalidade, que o mar é amarelo, o céu castanho e de facto sem qualquer sombra de dúvida, a terra é mesmo plana e o sol gira, na verdade, em volta da Terra…

Sejamos sérios, das duas uma:

Ou há uma estratégia montada por esta classe para tentar denegrir, evidentemente sem sucesso, a genialidade política de uma figura incontornável da nossa época, ou estamos a assistir a um permanente “convénio” de incapazes.

Eu definitivamente apostaria na primeira opção!

São este tipo de situações, que levam as pessoas a acreditar cada vez menos na Comunicação Social dita “mainstream”.

É a própria CS que destrói a sua credibilidade perante os portugueses, não as redes sociais.

Porque a verdade que mais dói, é que isto prova que as chamadas “fake news”, são construídas por quem tem a acrescida responsabilidade de ser justo, isento e responsável na forma de noticiar ou comentar política, não usando o “quarto poder”, para distorcer os restantes, influenciando o pensamento das mentes mais simples e menos avisadas.

Disse cheio de uma pertinente ironia, o conhecido cientista político Riccardo Marchi na rede “X”, antigo Twitter, e cito, que  “[…] Deve haver uma correlação qualquer entre derrota nos debates e crescimento sustentado nas eleições. Pelo meu track record, desde 2019 Ventura perdeu todos os debates (analistas dixit) e cresceu em todas as eleições. […]”.

O sentido de oportunidade e a honestidade do seu comentário não podia ser melhor.

Nós por cá só faremos a promessa de manter uma linha editorial verdadeira, doa a quem doer, por isso, não deixe de ler este seu jornal, sem a habitual censura situacionista!

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