Deputado Alberto Fonseca do PSD foi arguido por agressão qualificada

O caso remonta à noite de 14 de fevereiro de 2015, Dia dos Namorados, na cidade da Trofa, distrito do Porto. Alberto Fonseca, deputado do PSD, Sérgio Humberto, então presidente da Câmara Municipal, e José Luís Araújo Monteiro, também do PSD, agrediram um casal à saída do Klassik Bar, em Santiago de Bougado, por volta das 1h45 da madrugada.

© PSD

Segundo a acusação do Ministério Público (MP) de Santo Tirso, Alberto Fonseca e José Monteiro pontapearam as pernas e desferiram socos na face e na cabeça do jovem, enquanto Sérgio Humberto, por sua vez, foi acusado de “agarrar com força pelos braços a rapariga, que sofreu, de acordo com relatório de perícia de avaliação de dano corporal nos membros superiores e no membro inferior… ao nível da face anterior do joelho”.

A jovem afirmou ainda que Sérgio Humberto a “abanava de forma violenta e quando percebeu que estavam algumas pessoas a vir em auxílio, alertadas pelos seus gritos, largou-a e dirigiu-se ao seu namorado desferindo-lhe vários murros na cabeça”.

Os três agressores chegaram a um acordo com o casal agredido, pagando parte dos tratamentos médicos a que estes foram submetidos, decorrentes das agressões.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA voltou a defender regras mais apertadas para o financiamento partidário, exigindo maior transparência nos donativos e o fim dos benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos.
O partido liderado por André Ventura quer ministro Miguel Pinto Luz a esclarecer por que motivo só um edifício terá proteção antissísmica reforçada numa infraestrutura hospitalar crítica.
O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.
André Ventura é apontado como principal líder da oposição pelos inquiridos, reunindo mais de metade das preferências e destacando-se claramente dos restantes líderes partidários