Deputado Alberto Fonseca do PSD foi arguido por agressão qualificada

O caso remonta à noite de 14 de fevereiro de 2015, Dia dos Namorados, na cidade da Trofa, distrito do Porto. Alberto Fonseca, deputado do PSD, Sérgio Humberto, então presidente da Câmara Municipal, e José Luís Araújo Monteiro, também do PSD, agrediram um casal à saída do Klassik Bar, em Santiago de Bougado, por volta das 1h45 da madrugada.

© PSD

Segundo a acusação do Ministério Público (MP) de Santo Tirso, Alberto Fonseca e José Monteiro pontapearam as pernas e desferiram socos na face e na cabeça do jovem, enquanto Sérgio Humberto, por sua vez, foi acusado de “agarrar com força pelos braços a rapariga, que sofreu, de acordo com relatório de perícia de avaliação de dano corporal nos membros superiores e no membro inferior… ao nível da face anterior do joelho”.

A jovem afirmou ainda que Sérgio Humberto a “abanava de forma violenta e quando percebeu que estavam algumas pessoas a vir em auxílio, alertadas pelos seus gritos, largou-a e dirigiu-se ao seu namorado desferindo-lhe vários murros na cabeça”.

Os três agressores chegaram a um acordo com o casal agredido, pagando parte dos tratamentos médicos a que estes foram submetidos, decorrentes das agressões.

Últimas de Política Nacional

O Presidente do CHEGA defendeu hoje a confirmação do decreto do Parlamento sobre a utilização de bandeiras em edifícios públicos vetado pelo chefe de Estado, considerando que existe uma maioria suficiente para o fazer.
O Presidente do CHEGA afirmou hoje que não foi possível chegar a um entendimento com o Governo sobre a reforma laboral, depois de ter estado reunido com o primeiro-ministro, e reiterou que votará contra "se tudo se mantiver como está".
O primeiro-ministro e o presidente do CHEGA estão reunidos em São Bento, encontro que o gabinete de Luís Montenegro apenas confirma como "reunião de trabalho".
O CHEGA considera que "há caminho para andar" para um acordo com o Governo visando a viabilização da proposta do executivo que cria a prestação social única (PSU).
O presidente do CHEGA disse hoje que o seu partido poderá viabilizar a criação da Prestação Social Única (PSU) na generalidade se o PSD aceitar limitar os apoios sociais para imigrantes, desafiando os sociais-democratas a aceitar esse "compromisso".
O CHEGA/Açores apresentou dois requerimentos no parlamento açoriano a questionar o Governo Regional sobre "a exclusão" dos agricultores açorianos de apoios extraordinários aprovados pela República e sobre "a falta de limpeza" no Porto dos Carneiros, na Lagoa.
A consultora Wise Healthcare Solutions (WiseHS), fundada por Eurico Castro Alves, ex-secretário de Estado da Saúde do PSD e antigo presidente do Infarmed, apresentou à sociedade portuguesa de canábis medicinal Sync Nature um empresário brasileiro condenado por tráfico de cocaína e apontado pelas autoridades brasileiras como elemento ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas da América Latina.
O CHEGA/Açores pediu esclarecimentos ao Governo açoriano sobre "a verdadeira dimensão" do consumo de álcool entre os jovens, alertando para "o aparecimento de casos cada vez mais precoces" de dependência alcoólica, foi anunciado.
Ventura referiu que o CHEGA deu margem ao PSD para mudar o pacote laboral, acreditando que o partido pudesse afastar-se “dos velhos vícios políticos”.
O CHEGA reclamou hoje uma "grande vitória" na revisão constitucional e considerou haver condições para alterar a Lei Fundamental, após o acordo com o PSD que estima a conclusão do processo até ao final da próxima sessão legislativa.