Passe mensal de 30€ garante viagens ilimitadas de autocarro em Famalicão

Os utentes dos transportes públicos rodoviários de Vila Nova de Famalicão vão poder fazer viagens ilimitadas por todo o concelho com um passe mensal de 30 euros, segundo o regulamento tarifário hoje publicado em Diário da República.

© D.R.

De acordo com o documento, o valor do passe sobe para 40 euros mensais se os utentes optarem por viagens ilimitadas por toda a rede, que inclui ainda os concelhos de Santo Tirso e da Trofa.

Segundo o município, o regulamento “concretiza o princípio subjacente a uma democracia moderna de que a mobilidade é um direito de todos, ao criar títulos de transporte que abrangem a totalidade da rede contratualizada, permitindo viagens ilimitadas por toda a rede utilizando somente um título de transporte”.

Além do passe, os utentes poderão também optar pelo bilhete pré-comprado, por um euro, para deslocações até duas zonas, sendo que a partir de três zonas o preço sobe para 1,50 euros.

Haverá ainda os bilhetes de bordo, que habilitam o seu portador a realizar quaisquer viagens no concelho e cujo preço é de 1,50 euros, para deslocações até duas zonas, e de 2 euros a partir de três zonas.

O município de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, destaca que apostou no aumento da oferta de transporte público coletivo rodoviário de passageiros para reduzir a circulação automóvel.

O objetivo é a disponibilização de uma oferta de transportes públicos que constitua uma efetiva alternativa ao automóvel, para servir os cidadãos de forma económica, acessível e integrada.

Segundo o município, a rede de transporte público tem, agora, “robustez suficiente para dar resposta às reais necessidades da população, com uma cobertura territorial que permite criar uma real alternativa ao transporte individual”.

Agora foi aprovado o tarifário, que entra em vigor a partir de 01 de abril.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) deteve em Braga um cidadão estrangeiro, de 56 anos, procurado internacionalmente pela Interpol a pedido das autoridades vietnamitas pela prática de um crime de burla, foi hoje divulgado.
Renata Cambra, uma das principais figuras dos protestos pela habitação no Rossio, é professora e dirigente de um partido revolucionário ligado a organizações internacionais de extrema-esquerda. Declarações que lhe são atribuídas sobre conversas com alunos acerca das suas manifestações e lutas políticas levantam questões sobre os limites da intervenção política em contexto escolar.
Participantes da Acampada consideram o Mercado de Natal um “problema irrisório” e garantem que só abandonarão a praça quando assim entenderem. A posição ameaça criar um impasse em torno de uma tradição que atrai famílias, turistas e clientes ao comércio da Baixa lisboeta.
Entre 2021 e 2024, Portugal registou 1,57 milhões de entradas de imigrantes permanentes, quase duas vezes e meia o valor anteriormente estimado. A revisão do INE revela uma média de 1.080 entradas por dia, incluindo cidadãos portugueses que regressaram ao país.
A GNR apreendeu uma lancha rápida e constituiu arguido um homem de 37 anos por contrabando de circulação em Barcelos, durante uma operação de fiscalização de trânsito na A3.
Um agente da PSP sofreu ferimentos graves numa mão, depois de ter sido atacado durante uma operação policial em Lisboa. O agressor, de 54 anos, foi detido e ficou em prisão preventiva. O polícia teve de ser operado devido à gravidade da lesão.
O presidente do CHEGA considera que a decisão judicial sobre as manifestações pela habitação em Lisboa enfraquece a autoridade policial e transmite um sinal de impunidade. André Ventura exige uma posição do primeiro-ministro e do Presidente da República, alertando para as consequências da deslegitimação das forças de segurança.
O Ministério Público do Porto acusou oito pessoas e duas empresas de crimes de fraude na obtenção de fundos europeus e branqueamento, que terão rendido mais de 1,2 milhões de euros de lucro, foi hoje anunciado.
Quase 20% dos mais de 8.000 utentes que aguardavam por uma cirurgia oncológica no final de junho já tinham ultrapassado o tempo recomendado, uma situação que afetou uma em cada quatro cirurgias oncológicas realizadas no primeiro semestre.
Os setores da saúde e da educação deverão ser os mais afetados pela paralisação dos trabalhadores da Administração Pública. A greve poderá provocar constrangimentos no funcionamento dos serviços.