Passe mensal de 30€ garante viagens ilimitadas de autocarro em Famalicão

Os utentes dos transportes públicos rodoviários de Vila Nova de Famalicão vão poder fazer viagens ilimitadas por todo o concelho com um passe mensal de 30 euros, segundo o regulamento tarifário hoje publicado em Diário da República.

© D.R.

De acordo com o documento, o valor do passe sobe para 40 euros mensais se os utentes optarem por viagens ilimitadas por toda a rede, que inclui ainda os concelhos de Santo Tirso e da Trofa.

Segundo o município, o regulamento “concretiza o princípio subjacente a uma democracia moderna de que a mobilidade é um direito de todos, ao criar títulos de transporte que abrangem a totalidade da rede contratualizada, permitindo viagens ilimitadas por toda a rede utilizando somente um título de transporte”.

Além do passe, os utentes poderão também optar pelo bilhete pré-comprado, por um euro, para deslocações até duas zonas, sendo que a partir de três zonas o preço sobe para 1,50 euros.

Haverá ainda os bilhetes de bordo, que habilitam o seu portador a realizar quaisquer viagens no concelho e cujo preço é de 1,50 euros, para deslocações até duas zonas, e de 2 euros a partir de três zonas.

O município de Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, destaca que apostou no aumento da oferta de transporte público coletivo rodoviário de passageiros para reduzir a circulação automóvel.

O objetivo é a disponibilização de uma oferta de transportes públicos que constitua uma efetiva alternativa ao automóvel, para servir os cidadãos de forma económica, acessível e integrada.

Segundo o município, a rede de transporte público tem, agora, “robustez suficiente para dar resposta às reais necessidades da população, com uma cobertura territorial que permite criar uma real alternativa ao transporte individual”.

Agora foi aprovado o tarifário, que entra em vigor a partir de 01 de abril.

Últimas do País

O número de utilizadores sem médico de família subiu para 1.563.710 no final de dezembro, segundo o portal da transparência do Serviço Nacional de Saúde, que mostra também um aumento no número de inscritos nos Cuidados de Saúde Primários.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou 3.326 ocorrências relacionadas com cheias entre 01 de fevereiro e as 12:00 de hoje, indicou o comandante nacional do organismo.
Nove pessoas foram detidas por branqueamento, burla e extorsão, numa operação para desmantelar uma organização que angariava pessoas que cediam as contas bancárias para fraudes a empresas, esquema que resultou num prejuízo superior a 250 mil euros.
Um total de 93 mil clientes das redes eletrónicas continua sem abastecimento de energia elétrica devido aos danos provocados pela depressão Kristin, que afetou Portugal continental há uma semana, na rede de distribuição, informou hoje a empresa.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu hoje recomendações de segurança após os danos causados ​​pela tempestade Kristin, alertando para o risco de exposição ao amianto durante trabalhos de limpeza, remoção de destroços e reparos de edifícios.
Uma bomba ficou hoje ferida após ser atropelada quando se dirigiu para o quartel da corporação de Monte Redondo, no concelho de Leiria, por um condutor que se colocou em fuga, afirmaram fontes da Proteção Civil e da GNR.
O número de doentes tratados por doença oncológica aumentou 67% em cinco anos, mas um em cada quatro ainda foram operados acima do tempo máximo de resposta em 2024, indicam dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A Proteção civil registou 121 ocorrências, entre as 00h00 e as 07h00 relacionadas com o mau tempo, mantendo-se as autoridades a avaliar e monitorizar o nível das águas em várias regiões, que se mantém estável.
O Agrupamento de Escolas Alberto Sampaio, em Braga, afastou de funções um funcionário que foi filmado nu a realizar uma prática sexual frente a alguns alunos e participou o caso ao Ministério Público, disse hoje o diretor.
O mês de janeiro deverá ser o mais chuvoso de sempre, depois de dezembro também já ter registado uma das maiores pluviosidades de sempre, revelou o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Pimenta Machado.