Efetivo da Policia Municipal do Porto é 30% inferior ao previsto

©D.R.

O efetivo da Polícia Municipal do Porto é 30% inferior ao previsto, contando atualmente com 191 agentes, mas necessitando de 275 operacionais, revelou hoje o comandante António Leitão.

“Estamos 30% abaixo dos números legalmente estabelecidos. Temos um défice de 84 polícias”, afirmou o comandante da Polícia Municipal do Porto, António Leitão, durante o Conselho Municipal de Segurança.

Dos 191 operacionais que atualmente a Policia Municipal dispõe, 173 são agentes e os restantes chefes ou oficiais.

Segundo o comandante, desde 2018 verificou-se uma redução de 13% do efetivo policial por força da aposentação.

Já quanto aos recursos materiais, António Leitão destacou o investimento feito nos últimos anos pelo município.

“O investimento foi muito claro, palpável e visível”, observou, notando que, em 2013, a Policia Municipal contava com 24 viaturas e, neste momento, dispõe de 56 carros de patrulha.

O comandante adiantou ainda que este ano deverão ser ultrapassas as mais de 50 mil chamadas para o Centro de Gestão Integrada (CGI) registadas em 2022.

“Entre 40 e 50% de todas as chamadas corresponderam ao envio de meios aos locais”, observou.

António Leitão adiantou também que, no último ano, foram bloqueadas 4.200 viaturas na cidade e que este ano as projeções rondam as seis mil viaturas.

“Não são números que nos devem orgulhar. Gostaria de ver mais baixos”, adiantou.

Últimas do País

Os trabalhadores do INEM alertaram hoje que um ‘pool’ anunciado de 40 ambulâncias para doentes críticos dos hospitais e para picos de pedidos de ajuda representa uma redução de cerca de 50 meios face ao dispositivo existente.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP lançam na terça-feira uma campanha de segurança rodoviária dirigida a motociclos e ciclomotores, que visa alertar para os comportamentos de risco associados à condução.
As farmacêuticas demoraram, em média, nove meses a submeter um medicamento após terem autorização de introdução no mercado, nos últimos cinco anos, e o Infarmed levou 11 meses a avaliar e decidir.
A corrupção é atualmente considerada a principal ameaça à democracia em Portugal, segundo os dados de uma sondagem incluída no relatório 'O 25 de Abril e a Democracia Portuguesa'.
As crianças de uma turma da Escola Básica Professora Aida Vieira, em Lisboa, ficaram impedidas de ter aulas durante uma semana, segundo relatam os pais, tendo a direção justificado a situação com a "necessidade de se reorganizar".
Uma empresa dedicada à sucata e a sua ex-gerente vão ser julgadas pelo Tribunal de Coimbra pela suspeita de dois crimes de fraude fiscal de três milhões de euros, associados a transferências para Hong Kong e Emirados Árabes Unidos.
As praias do Inatel e dos Pescadores, em Albufeira, foram hoje reabertas a banhos, pondo fim à interdição que vigorava desde terça-feira devido a uma descarga de águas residuais para o mar, disse o capitão do porto de Portimão.
A confusão começou na triagem e terminou com agressões. Uma enfermeira acabou agredida no Santa Maria e dois bombeiros terão sido atacados durante uma confusão que obrigou à intervenção da PSP.
O CHEGA votou contra a atribuição de apoio financeiro à marcha LGBT em Ponta Delgada, numa reunião da Câmara Municipal, defendendo que o dinheiro dos contribuintes deve ser utilizado para responder aos problemas reais da população e não para financiar “ideologias”.
Os autores do novo relatório sobre os ambientes de trabalho em Portugal avisam que a análise feita pode esconder uma "adaptação silenciosa" a níveis elevados de 'stress' e exaustão dos trabalhadores.