Campanha de segurança rodoviária “Viajar sem pressa” é lançada hoje

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a PSP e a GNR lançam hoje a campanha "Viajar sem pressa", que decorre até dia 22 e visa alertar contra os riscos do excesso de velocidade.

©D.R.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024, esta é a primeira das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas para este ano, a realizar mensalmente, indicou a PSP em comunicado.

No âmbito da campanha “Viajar sem pressa”, a ANSR realizará ações de sensibilização em todo o país, enquanto as operações de fiscalização, “com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário”, ficam a cargo da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Nacional Republicana.

O excesso de velocidade “é uma das principais causas dos acidentes nas estradas”, sendo o primeiro responsável por “um terço de todos os acidentes mortais”, assim como “por mais de 60% das infrações registadas”.

Reafirmando que “a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos”, a ANSR, a PSP e a GNR precisam que “se um veículo circular a 30 km/h (quilómetros por hora), a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%”, atingindo os 80% se a velocidade aumentar para 50 km/h.

Assinalam igualmente que “numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas quatro minutos”.

O PNF de 2024 tem como temas prioritários a velocidade, o álcool, os acessórios de segurança e o telemóvel, tal como o do ano anterior, aos quais se junta “a fiscalização dos veículos de duas rodas a motor”.

Últimas do País

A GNR deteve uma mulher de 77 anos no concelho de Pinhel por incêndio florestal originado numa queima de vegetação que se descontrolou e consumiu 0,2 hectares de pasto e mato.
Uma operação de fiscalização terminou com a apreensão de 35 armadilhas de pesca que não cumpriam as exigências legais. A Polícia Marítima detetou ainda uma embarcação de recreio em presumível infração.
A CP - Comboios de Portugal alerta para a ocorrência de perturbações na circulação dos comboios entre quinta-feira e sábado devido à greve dos revisores e dos trabalhadores de bilheteiras. A greve, convocada pelo sindicato SFRCI, pode afetar serviços como Alfa Pendular, Intercidades e Regional.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deixou uma mensagem sobre o papel das forças de segurança durante manifestações, sublinhando a importância do diálogo e do respeito pelo direito à reunião e à manifestação.
Uma megaoperação da Polícia Judiciária desmantelou uma alegada rede criminosa transnacional suspeita de lesar o Estado português em mais de 150 milhões de euros. O esquema envolvia empresas de fachada em vários países europeus, incluindo estabelecimentos em Arruda dos Vinhos, Vila Franca de Xira e Torres Novas. Foram detidos 39 suspeitos, portugueses e estrangeiros.
Uma mulher foi atacada com uma arma branca numa paragem de autocarro, em plena Avenida Fernão de Magalhães, em Coimbra. A agressora, de 40 anos, foi intercetada por familiares da vítima e entregue à PSP. Desentendimentos pessoais poderão estar na origem do ataque.
O presidente do CHEGA questionou a ausência de uma posição pública do primeiro-ministro perante os confrontos nas manifestações pela habitação. No debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2027, André Ventura responsabilizou ainda PS e PSD pelo agravamento da crise habitacional.
Um dos arguidos de um processo de tráfico de droga admitiu, esta terça-feira, no Tribunal de Beja, ter transportado quase 800 quilos de haxixe a bordo de um veleiro. A confissão levou o seu advogado a renunciar à defesa e obrigou a uma nova suspensão do julgamento.
Portugal foi o quinto país da União Europeia com a maior taxa de mortalidade rodoviária em 2025, com 51 mortes por milhão de habitantes, apesar de se registar uma diminuição de 6% face ao ano anterior.
O presidente do CHEGA criticou a falta de uma posição clara do Presidente da República sobre os confrontos na manifestação pela habitação. André Ventura acusa António José Seguro de não defender a atuação da polícia.