Sindicato Independente dos Médicos chegou a acordo com tutela sobre protocolo negocial

O Sindicato Independente dos Médicos chegou hoje a acordo com o Governo sobre o protocolo negocial que inclui as grelhas salariais, condição exigida pelo SIM para avançar com as negociações, anunciou o secretário-geral da estrutura sindical.

© Facebook do Sindicato Independente dos Médicos

“Como o SIM sempre tinha dito, a questão das grelhas salariais tinha que estar incluída neste protocolo e, assim sendo, foi possível assinar este protocolo com reunião já marcada (…) para daqui a 15 dias, para iniciar as negociações, neste caso sobre a avaliação de desempenho”, disse Nuno Rodrigues à saída da reunião no Ministério da Saúde.

No seu entender, é “muito importante” começar as negociações com a avaliação de desempenho, uma vez que 50% dos médicos estão na primeira posição da carreira e 70% nem sequer foram avaliados.

Segundo o líder sindical, fazem também parte das negociações a formação, nomeadamente no âmbito do internato médico, as normas de organização e disciplina do trabalho médico.

O tema que será discutido em último será o das grelhas remuneratórias, disse, lembrando que o SIM assinou um acordo intercalar em 2023 com o anterior governo PS, que teve reflexo este.

“Portanto, o próximo acordo das tabelas remuneratórias será um acordo que terá vigência para os anos seguintes, a partir de 2025”, afirmou.

O líder sindical afirmou que o SIM é “um sindicato sério, credível e sempre pronto a negociar”, assegurando que “tudo fará para que as reivindicações dos médicos sejam vertidas nestas negociações” e que se chegue a “um bom acordo que beneficie tantos os médicos com o Serviço Nacional de Saúde”.

Últimas do País

O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou esta quarta-feira que existem motivos suficientes para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos do ministro da Administração Interna, Luís Neves, à frente da Polícia Judiciária.
A Polícia Judiciária (PJ) encontrou indícios dos crimes de descaminho e abuso de poder na deslocação do reboque apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna. O procurador-geral da República já mandou abrir um inquérito.
O professor de 33 anos detido por suspeita de abuso sexual de crianças numa escola na Madeira ficou em prisão preventiva, depois ter sido presente hoje a primeiro interrogatório judicial.
Um casal brasileiro e um alegado cúmplice são suspeitos de terem viajado para Portugal para assaltar e matar um empreiteiro de 60 anos. Após o crime, permaneceram vários dias no país e fizeram turismo antes de serem detidos pela Polícia Judiciária no Aeroporto de Lisboa.
Cerca de 50 concelhos de oito distritos de Portugal continental encontram-se esta quarta-feira em perigo máximo de incêndio rural, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que alerta para a manutenção do risco elevado pelo menos até ao próximo fim de semana.
A PSP entregou no primeiro semestre deste ano cerca de 70 mil pulseiras no âmbito do programa 'Estou Aqui!', que ajuda a sinalizar crianças desaparecidas, e encontrou duas crianças perdidas momentaneamente das famílias, anunciou hoje a força policial.
Entre 2019 e 2025, a Polícia Judiciária adjudicou mais de 2,2 milhões de euros à Construbarcelos. Apenas três dos 17 contratos tiveram concorrência e algumas empreitadas acabaram por custar mais 345 mil euros do que o previsto.
Enquanto milhares de alunos enfrentavam atrasos e erros na divulgação das notas, o Ministério da Educação adjudicava um contrato de 701 mil euros à Deloitte Technology.
A crescente retenção de ambulâncias dos bombeiros nas urgências dos hospitais do Algarve está a comprometer de forma grave a capacidade de resposta da Emergência Pré-Hospitalar na região, sobretudo no verão, alertaram entidades regionais.
O partido solicitou à Câmara Municipal esclarecimentos sobre quantos processos judiciais estão abrangidos pelo contrato de aquisição de serviços de patrocínio forense na área da habitação pública, procurando apurar se esses processos dizem respeito a rendas em atraso, ocupações ilegais, despejos ou outros litígios relacionados com as casas municipais.